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Carris assegura 11 carreiras a "meio-gás" no dia da greve

A paralisação geral de trabalhadores vai afectar o funcionamento das carreiras da Carris. Foram definidos serviços mínimos para 11 ligações. Serviço de transporte exclusivo de deficientes também está assegurado.

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 12 de Novembro de 2012 às 18:44
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Os serviços mínimos decretados para a Carris para o dia da greve geral apontam para o funcionamento de 11 carreiras. Contudo, será feita apenas metade da circulação habitual dessas ligações.

Os autocarros das carreiras 703 (Charneca – Bairro de Santa Cruz), 735 (Cais do Sodré - Hospital de Santa Maria), 736 (Cais do Sodré – Odivelas), 738 (Quinta dos Barros - Alto de Santo Amaro), 742 (Bairro Madre Deus - Casalinho da Ajuda) e 745 (Marquês de Pombal – Moscavide) são alguns dos que terão de circular nas ruas da capital na quarta-feira, 14 de Novembro, dia da greve geral convocada pela CGTP (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses).

A juntar a estas estão ainda as ligações 751 (Estação de Campolide - Linda-a-Velha), 758 (Cais do Sodré - Portas de Benfica), 759 (Restauradores - Estação do Oriente), 760 (Gomes Freire - Cemitério da Ajuda) e 767 (Campo dos Mártires da Pátria - Estação da Damaia), conforme definiu o tribunal arbitral.

Só serão efectuadas, segundo o comunicado colocado na página da Carris, metade das ligações definidas no regime normal das 11 carreiras.

A transportadora lisboeta assegura o funcionamento do transporte exclusivo de deficientes para o dia da greve.

Apesar de os serviços mínimos serem decretados, não é certo que todas as ligações definidas se realizem, já que os trabalhadores poderão desobedecer ao que é definido pelo Conselho Económico e Social.

A Transtejo/Soflusa também tem serviços mínimos garantidos. Já o metro de Lisboa não irá circular.

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