Transportes Esperados quatro mil táxis em protesto contra a Uber na sexta-feira em Lisboa

Esperados quatro mil táxis em protesto contra a Uber na sexta-feira em Lisboa

Os taxistas cumprem na sexta-feira uma marcha lenta de protesto contra a Uber em Portugal, na qual esperam a participação de quatro mil carros em Lisboa, dois mil no Porto e 500 em Faro.
Esperados quatro mil táxis em protesto contra a Uber na sexta-feira em Lisboa
Correio da Manhã
Lusa 27 de abril de 2016 às 22:20

Em declarações à Lusa, o presidente da Federação Portuguesa do Táxi (FPT), Carlos Ramos, disse que esta iniciativa será o culminar de uma semana de luta contra a actividade daquela plataforma em Portugal.

 

"Em Lisboa, vamo-nos concentrar a partir das 08:00 junto ao Campus da Justiça, no Parque das Nações, e saímos em marcha lenta pelas 09:00 com destino à Assembleia da República", afirmou.

 

Segundo o responsável, o objectivo é serem ouvidos pelos partidos com assento parlamentar porque "também lhes compete dizer alguma coisa".

 

Os quatro mil carros que são esperados na capital vão passar pelo aeroporto, Campo Grande, Avenida da República, Avenida Fontes Pereira de Melo, Avenida da Liberdade, Rossio, Câmara de Lisboa, 24 de Julho, D. Carlos I e Assembleia da República.

 

Os taxistas pretendem ainda levar as famílias e, no início da rua D. Carlos I, irem a pé até ao Parlamento com os carros atrás.

 

No Porto, a concentração inicia-se pelas 09:00 junto ao Castelo do Queijo com destino à Câmara Municipal, onde serão recebidos pelo presidente Rui Moreira.

 

Em Faro, os taxistas vão juntar-se no Estádio do Algarve, passar pelo aeroporto e parar junto à Câmara Municipal, onde também esperam ser recebidos.

 

Os carros vão circular com autocolantes e bandeiras com palavras de ordem como "A Uber é ilegal" ou "A Uber é crime nacional".

 

Esta é uma iniciativa conjunta da FPT e da Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (Antral).

 

A Antral - Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros e a FPT - Federação Portuguesa do Táxi, as duas associações representativas do sector do táxi, iniciaram na segunda-feira uma semana de luta para pressionar o Governo a suspender a actividade do serviço de transporte privado Uber, que permite chamar um carro descaracterizado com motorista privado através de uma plataforma informática.




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