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Paulo Campos responsabiliza oposição por portagens na A27 e troço da A28

O secretário de Estado das Obras Públicas garantiu hoje que a A27 (Viana do Castelo - Ponte de Lima) e o troço Viana do Castelo -- Caminha da A28 vão ter portagens, face à exigência de universalidade do PSD.

Lusa 22 de Setembro de 2010 às 19:28
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O secretário de Estado das Obras Públicas garantiu hoje que a A27 (Viana do Castelo - Ponte de Lima) e o troço Viana do Castelo -- Caminha da A28 vão ter portagens, face à exigência de universalidade do PSD.

Segundo Paulo Campos, a introdução de portagens na A27 e no troço Viana do Castelo -- Caminha da A28 acontecerá até 15 de Abril de 2011.

O governante afirmou que o Conselho de Ministros decidiu adotar o princípio da universalidade, introduzindo portagens em todas as SCUT (autoestradas sem custo para o utilizador) do país, "numa solução de esforço de compromisso com o principal partido da oposição, que assim o tinha exigido".

Em Agosto, numa deslocação a Viana do Castelo, Paulo Campos afirmou que o Governo "sempre entendeu" que, no Alto Minho, apenas deveriam ser introduzidas portagens no troço Viana do Castelo -- Porto da A28.

Sublinhou, no entanto, que, face à "exigência de universalidade" da oposição, teve de "abrir a possibilidade" de portajar todas as SCUT.

Hoje, em Ponte da Barca, onde presidiu à consignação de uma nova ponte sobre o rio Lima, o secretário de Estado confirmou que todas as portagens vão abranger todo o Alto Minho.

Fonte da Comunidade Intermunicipal do Minho-Lima (CIM) já anunciou à Lusa que este organismo vai tomar uma posição "dura" contra as portagens na região.

Em Janeiro, quando em cima da mesa estava apenas o anúncio de introdução de portagens na A28 entre Viana do Castelo e o Porto, a CIM, que integra cinco municípios socialistas, três do PSD e um do CDS-PP, já se mostrou contra a medida, considerando que iria "penalizar fortemente" os concelhos da região e "aprofundar ainda mais os fatores de agravamento da coesão nacional".

Esgrimia ainda a falta de alternativas e os indicadores de desenvolvimento abaixo da média nacional apresentados pelo Alto Minho.

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