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Ryanair diz que ideia de "pontes aéreas" do Reino Unido é mais uma "idiotice" do governo

A companhia aérea quer o levantamento de todas as restrições aos viajantes que chegam ao país, e classifica de "idiotice" a ideia do estabelecimento de "pontes aéreas" com alguns países.

 Ryanair CEO Michael O Leary
Luís Manuel Neves 
Rita Faria afaria@negocios.pt 27 de Junho de 2020 às 13:23
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A Ryanair, que está a processar o governo do Reino Unido devido à imposição de uma quarentena para quem entra no território nacional, desvaloriza os planos do Executivo de estabelecer "pontes aéreas" com alguns países como França, Espanha e Grécia.

A companhia aérea diz que a ideia é mais uma "idiotice" do governo, que deverá divulgar na próxima semana uma lista completa dos países com os quais estabelecerá os corredores aéreos. Os viajantes vindos desses países ficarão isentos da quarentena obrigatória de duas semanas.

"A ideia do governo do Reino Unido de pontes aéreas é mais uma idiotice de um governo que não consegue gerir uma quarentena ‘de preenchimento de formulários’ ou um sistema de rastreio", afirmou a companhia aérea, em resposta a questões colocadas pela Bloomberg. "Milhares de famílias britânicas estão a ignorar essa quarentena inútil, pois as reservas para a Europa do Reino Unido para julho e agosto estão a inundar a Ryanair".

Dando cumprimento ao que haviam ameaçado, as maiores companhias aéreas a operar no Reino Unido - British Airways, Ryanair e Easyjet - avançaram para a justiça para contestar a quarentena imposta pelo governo argumentando que terá um efeito devastador no turismo britânico e na economia em geral e destruirá milhares de empregos.

O Executivo britânico quer agora isentar uma lista de países dessa quarentena obrigatória, sendo que o rol final só será conhecido na próxima semana.

Segundo a BBC, a lista de países deve incluir Espanha, França, Grécia, Itália, Alemanha, Holanda, Bélgica, Finlândia, Noruega e Turquia, mas não Portugal ou a Suécia.

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