Governo garante encaixe mínimo de 50 milhões por ano com casinos da Póvoa, Espinho e Algarve
A exploração dos casinos da Póvoa de Varzim, Espinho e do Algarve vai render aos cofres do Estado pelo menos 50 milhões anuais ao longo dos próximos 15 anos. Mas só em contrapartidas iniciais, pagas de uma só vez à "cabeça", encaixou 100 milhões.
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Os concursos para a exploração dos casinos da Póvoa de Varzim, Espinho e Algarve abriram o apetite de uma série de interessados, contando-se pelo menos oito candidatos à corrida, mas em cada um deles acabou por ir efetivamente a jogo um único concorrente. Mas houve mexidas: Se, por um lado, a Solverde, da família Violas, “segurou” a concessão dos casinos de Espinho e do Algarve, depois de ter avançado sem concorrência, por outro, viu a histórica Varzim-Sol, participada da Estoril-Sol, que decidiu não concorrer, saiu de cena, dando lugar à entrada de um novo “player” e de fora nos casinos em Portugal: os franceses do Grupo Barrière.