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Engorde a poupança com uma dieta light

Ajudamo-lo a escolher o produto certo para ver crescer aqueles 10 ou 20 euros que põe de lado todos os meses.

Deco Proteste 07 de Janeiro de 2020 às 10:30
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Baixos rendimentos das famílias, pesada carga fiscal, fraca rentabilidade dos produtos de investimento, sobretudo sem risco... São escassos os incentivos para se poupar em Portugal e a mais reduzida taxa de poupança nacional das últimas duas décadas (5,9% no segundo trimestre de 2019, segundo o INE) é prova disso mesmo.

Apesar da conjuntura desfavorável, negligenciar a poupança não faz bem à saúde da sua carteira nem à da economia. Com o produto certo e um esforço mensal de 50, 20 ou até de 10 euros, ao fim de alguns anos, pode ter em mãos uma boa almofada financeira. Para ter uma ideia, se poupar 50 euros por mês e não aplicar, de todo, esse dinheiro, em 10 anos, terá juntado 6 mil euros. Se investido num dos produtos que recomendamos, mediante as condições atuais, esse montante pode chegar a perto de 9 mil euros. Mas já lá vamos. Para começar, além de definir o montante a pôr de lado todos os meses, pense no objetivo da poupança: quer poupar para a compra de um carro, para os estudos do seu filho ou para preparar a reforma?

No que toca a prazos, os longos são, obviamente, mais vantajosos, não apenas porque permitem juntar dinheiro durante mais tempo, mas também porque dão maior margem para assumir riscos e investir em produtos com um potencial de valorização superior.

Certificados pelo Estado (e sem risco)

A multiplicação das suas poupanças não passa certamente pelos desoladores depósitos a prazo, ainda assim úteis para a criação do fundo de emergência.

Este deve ter um valor equivalente a seis salários, facilmente mobilizável numa situação imprevista (encontre os depósitos mais rentáveis com a ajuda do nosso simulador, em www.deco.proteste.pt/investe/depositos-a-prazo).

Dado este passo, os títulos de dívida pública são uma possível alternativa se o que pretende é investir em produtos de capital garantido. Para quem quer juntar aos poucos, os Certificados de Aforro, com um prazo máximo de 10 anos e reforços mínimos de 100 euros (não necessariamente mensais), são uma boa opção. Apesar da baixa taxa líquida de 0,4%, este produto beneficia de duas vantagens: depende da Euribor a 3 meses, o que significa que, se esta subir, a taxa de juro imediatamente beneficia dessa subida, e tem um prémio de permanência de 0,5% brutos, do segundo ao quinto ano, e de 1%, do sexto ao décimo ano.

Isso significa que, com reforços mensais de 100 euros, fazendo as contas à rentabilidade atual, ao fim de 10 anos terá amealhado 12.559 euros, mais meio milhar do que teria se tivesse deixado esse dinheiro num depósito a render praticamente zero. Os Certificados de Aforro subscrevem-se nos CTT, com um montante mínimo de 100 euros. Mesmo que resgate o capital antes do final do prazo, o reembolso total é garantido pelo Estado, exceto nos primeiros três meses após a subscrição.

PPR sem risco, para a reforma e não só

Mas o esforço mensal pode ser mais suave. Com apenas 20 euros por mês, pode subscrever o Lusitania Poupança Reforma PPR, a nossa Escolha Acertada para os planos de poupança-reforma sem risco, que garante um mínimo de 1,5% para este ano e acumulou um rendimento médio de 3,9%, entre 2016 e 2018. Mediante estas condições, ao fim de 10 anos, terá transformado 2.400 euros em quase 3 mil.



Os PPR não são uma solução exclusiva para a reforma. Pode usá-los como qualquer outro instrumento de poupança, desde que não faça deduções fiscais.



E, desengane-se, se pensa que esta é uma solução exclusiva para os que já veem a reforma no horizonte. Pode usar o PPR como qualquer outro instrumento de poupança, com liberdade para resgatar o dinheiro aplicado quando entender, desde que não faça deduções fiscais das entregas no IRS, que dão direito a 20% de benefício. Tenha, no entanto, atenção às comissões de resgate antecipado, ainda que, no caso do Lusitania PPR, os nossos subscritores estejam isentos dessa despesa.

Se o que pretende é mesmo poupar para a reforma, e estiver a menos de 10 anos de lá chegar, o PPR que recomendamos, sob a forma de seguro, continua a ser uma boa solução.

Além do rendimento base, os subscritores da Proteste Investe beneficiam ainda de um prémio de fidelização anual de 0,25% aplicado ao saldo médio anual, nos primeiros cinco anos do contrato, e os restantes subscritores da Deco Proteste de 0,1%. A comissão de gestão, cobrada mensalmente, é de 1,2%.

PPR com mais risco e melhor rendimento

Ainda na senda dos PPR, se não é totalmente avesso ao risco e está na casa dos 30 ou dos 40, há soluções mais rentáveis para juntar para a reforma, a partir de 50 euros por mês. É o caso do Alves Ribeiro PPR, do Banco Invest, que ganhou 6,7% ao ano entre 2014 e 2018. Uma parte do fundo investe em ações, pelo que o rendimento será influenciado pelas bolsas, podendo haver anos de perdas, como foi o caso de 2018 (-3,9%). Daí que seja um produto mais adequado para o longo prazo, de modo a ficar mais protegido das oscilações dos mercados.

Os subscritores da Proteste Investe beneficiam da parceria que temos com o Banco Invest, estando isentos do pagamento de comissões de subscrição e de resgate. Recebem ainda uma bonificação anual de 0,4%, que acresce à rentabilidade do fundo. Para subscrever, precisa de 1.000 euros, se for subscritor, ou de 5.000 nos restantes casos. Se isso for um senão, a próxima solução que lhe apresentamos pode agradar-lhe mais, ainda que assim não beneficie da vantagem maior dos PPR: as deduções fiscais.

Mas antes disso, vamos a contas: mantendo-se o rendimento dos últimos cinco anos (o que, tratando-se de um produto com risco, não é garantido), com uma poupança mensal de 50 euros poderia chegar aos 8.467 euros, ao fim de 10 anos. Essa soma ascenderia a mais de 24 mil euros se aplicasse o mesmo montante mensal durante 20 anos. Tal como no caso anterior, pode subscrever este PPR e utilizá-lo, por exemplo, para pagar a universidade do seu filho daqui a alguns anos. Basta que as entregas não sejam declaradas no IRS para obtenção do benefício fiscal.

Investir a preço de saldo

Dez euros. É o suficiente para começar a fazer uma poupança com o fundo de investimento que replica os conselhos da Proteste Investe - o Optimize Seleção Base - que, nos últimos três anos, ganhou, em média, 3,9% brutos ao ano. No conjunto dos últimos 10 anos, o desempenho da carteira que replica a nossa carteira base (50% de ações e 50% de obrigações) foi ainda mais positivo, com uma média de 7,5% ao ano.

Ao abrigo da parceria que temos com a Optimize, os nossos subscritores beneficiam de um prémio anual de 0,4% e a Deco Proteste recebe, por ano, o equivalente a 0,2% do valor das carteiras, para cobrir parte dos custos da atividade de acompanhamento dos mercados.

Cálculos feitos, aplicando uma dezena de euros por mês neste produto, ao longo de 10 anos, e caso a rentabilidade da última década se mantenha, o total amealhado rondará os 1.766 euros (em vez dos 1.200 que acumularia se guardasse esse dinheiro no mealheiro). Recuperando o exemplo que abriu este artigo, se subir a fasquia para os 50 euros mensais, a poupança dá um salto para os 8.829 euros.

Voltamos a frisar que o investimento nos mercados financeiros deve ser sempre feito numa ótica de longo prazo, para que a possibilidade de ocorrerem perdas seja reduzida ao máximo.

 10€/mês 
Fundo Optimize Seleção Base 
 
7,5
Rentabilidade anual bruta da carteira base, nos últimos 10 anos 
 
Este fundo, que investe em ações e obrigações, não tem capital garantido, pelo que só é adequado para prazos mais longos. Se durante 10 anos puser de parte 10 euros todos os meses, chegará ao fim com 1.766 euros, mais 566 euros do que teria se não aplicasse esse dinheiro.


 20€/mês 
Lusitania Poupança Reforma PPR
 
3,9 
Rentabilidade anual bruta, nos últimos 3 anos (entre 2016 e 2018)
 
Se puser de lado 20 euros por mês, amealha 2.400 euros, em 10 anos. Caso aplique o dinheiro neste PPR, somará 2.928 euros, a que acrescem 480 euros em benefícios fiscais, mas apenas se cumprir o contrato. Se optar por não deduzir as entregas no IRS, não obtém o benefício, mas pode resgatar o capital em qualquer altura sem penalizações. 


 50€/mês 
Alves Ribeiro PPR
 
6,7 
Rentabilidade anual bruta, nos últimos 5 anos (entre 2014 e 2018)

Aplicar 50 euros por mês no Alves Ribeiro PPR durante 10 anos pode traduzir-se numa poupança de 8.467 euros, mais 1.200 euros em benefícios fiscais (20% sobre as entregas), se as condições atuais se mantiverem. Um valor mais simpático do que os 6 mil euros que amealhará se não investir.


 100€/mês 
Certificados de Aforro 
 
0,4 
Taxa-base líquida de novembro 
 
Este é dos poucos produtos com capital garantido em que ainda vale a pena investir. À taxa de juro, que depende da Euribor a 3 meses, acresce um prémio de permanência (0,5% brutos do segundoao quinto ano, e 1% daí para a frente). Aplicando 100 euros mensalmente, durante 10 anos, acumula 12.559 euros. Caso contrário, a poupança será de 12 mil euros.
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