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IMF – Yahoo neutraliza tendência de baixa

Empresa norte-americana valoriza 25% desde os mínimos e testa já importante zona de resistência. Dólar corrige em baixa após valorização das últimas semanas, enquanto crude e ouro reforçam movimento de alta.

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Após uma queda de aproximadamente 50% nas ações da Yahoo entre novembro de 2014 e fevereiro deste ano, os seus títulos apresentaram já uma valorização de 25% nas últimas semanas. A Yahoo já conseguiu assim "neutralizar" a tendência de baixa no médio prazo, tendo entrado numa região historicamente importante para as suas ações, entre $32.00 e $36.50. Conseguindo uma quebra em alta destes níveis, a empresa assumiria um viés de alta no médio prazo, com perspetivas de uma aproximação à resistência dos $46.00, sustentada na formação de um "duplo fundo" em torno dos $27.00 (principal referência enquanto suporte).



• Euro/Dólar – Neutralidade recuperada no curto prazo

Após a valorização nas semanas anteriores, o dólar voltou a corrigir em baixa nos últimos dias, numa altura em que os responsáveis do banco central norte-americano sugerem uma atuação mais paciente no processo de subidas de taxas de juro.

O Eur/Usd terá conseguido formar uma "base" nos $1.0820 e, deste modo, voltou a neutralizar a tendência de curto prazo, com um regresso à "zona pivot" entre $1.0950 e $1.1060 (que tem atuado ora como suporte, ora como resistência). A eventual quebra de um destes limites abre espaço até aos $1.0820 (em baixa) ou $1.1350/70 (em alta). Numa perspetiva de médio/longo prazo permanece também a tendência de lateralização, com intervalo marcado entre $1.05 e $1.15.


• CRUDE – Formação de um "duplo fundo" confirmada

O recuo do dólar, juntamente com as perspetivas de que possam haver novas conversações entre a Rússia e os principais produtores de petróleo da OPEP para uma redução dos níveis de produção, beneficiaram os preços do crude na última semana.

Em termos técnicos o "ouro negro" deu um importante sinal de força para o curto prazo, com a confirmação da formação de um "duplo fundo" nos $26.20. Esta figura permite agora projetar uma recuperação até à zona em torno dos $43.20/$43.40, sendo que até lá o crude poderá enfrentar ainda uma resistência na trendline descendente iniciada em junho passado (nesta altura passa nos $36.60), bem como nos $38.30. Um sinal de fraqueza surge apenas abaixo dos $30.00/$30.50.


• OURO – Máximos de 13 meses renovados

Apesar de algo atenuada nas últimas semanas, a volatilidade nos mercados financeiros e os receios em torno das perspetivas de crescimento para a economia mundial continuam a criar um contexto favorável ao ouro.

O "metal precioso" intensificou o movimento de alta iniciado na primeira semana de janeiro e segue agora em máximos de 13 meses. No curto prazo o viés é claramente de alta, com objetivo fixado nos $1300, mas dada a dimensão do movimento recente é plausível que surja uma correção/consolidação antes desses níveis serem alcançados (similar à ocorrida nas últimas semanas). Um sinal de fragilidade mais relevante apenas seria dado contudo com a quebra em baixa dos $1190.
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