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A semana em oito gráficos: Acordo comercial e certeza do Brexit dão ganhos às bolsas em todas as latitudes

As bolsas europeias e norte-americanas ganharam terreno no acumulado de uma semana que findou com o há muito esperado acordo comercial parcial entre os EUA e a China. Também a perspetiva de concretização de um Brexit ordenado, e na data prevista, ajudou ao otimismo.

Governo à vista apoia Ibex

Governo à vista apoia Ibex
As principais bolsas mundiais valorizaram numa semana que terminou com o anúncio de acordo parcial entre os Estados Unidos e a China na frente comercial. O espanhol Ibex registou a maior valorização depois de Pedro Sánchez ter sido convidado pelo rei a formar governo.

PSI-20 aquém dos ganhos das congéneres europeias

PSI-20 aquém dos ganhos das congéneres europeias
A bolsa nacional somou 0,59% na semana, elevando para 9,97% a valorização no conjunto de 2019. Ainda assim, a praça lisboeta obteve das subidas mais moderadas entre as congéneres do resto do Velho Continente.

BCP com maior subida e Nos com maior descida

BCP com maior subida e Nos com maior descida
O BCP acumulou a maior valorização semanal entre as cotadas que integram o PSI-20. Já a Nos teve a maior desvalorização, sendo que na sessão de sexta-feira recuou para mínimos de outubro de 2018 (4,85 euros por ação).

Tullow Oil afunda mais de 50%

Tullow Oil afunda mais de 50%
A petrolífera sediada em Londres afundou mais de 50% na semana e foi a empresa que mais recuou no Stoxx600. Isto na semana em que o CEO da empresa saiu da presidência executiva e em que reduziu o dividendo relativo ao ano de 2019. A quebra da produção no Gana para mínimos de 19 anos também pesou na negociação dos títulos da Tullow Oil.

Freeport-McMoRan lidera avanços no S&P 500

Freeport-McMoRan lidera avanços no S&P 500
A liderar a tabela de melhores “performers” do índice Standard & Poor’s 500 nesta semana esteve a Freeport-McMoRan, com um ganho de 10,91% no cômputo de segunda a sexta-feira. A mineira norte-americana esteve a ser impulsionada pela perspetiva de resultados anuais acima do esperado.

Euro sobe face às principais congéneres

Euro sobe face às principais congéneres
A moeda única europeia ganhou terreno no acumulado da semana face às principais moedas, como o dólar e a libra esterlina. A ajudar o euro esteve, nomeadamente, o facto de os investidores já não verem uma deterioração do "outlook" do crescimento na Alemanha.

Acordo comercial anima mercado petrolífero

Acordo comercial anima mercado petrolífero
As cotações do "ouro negro" reforçaram os ganhos na última sessão da semana, impulsionadas pelo acordo comercial parcial entre os Estados Unidos e a China, que vai travar a entrada em vigor de novas taxas aduaneiras a 15 de dezembro.

Juros descem na Europa e nos EUA

Juros descem na Europa e nos EUA
Os juros das dívidas soberanas na Europa e nos EUA com maturidade a 10 anos desceram, na sua grande maioria, no saldo entre segunda e sexta-feira. Numa semana em que houve grande expectativa, à espera das palavras dos bancos centrais – a Fed na quarta-feira e o BCE no dia seguinte - e também de novas projeções económicas e de novidades na frente comercial, a prudência imperou e houve maior procura por ativos de menor risco, como as obrigações, tendência que mudou depois no final da semana mas que não foi suficiente para inverter o saldo semanal.
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Os principais mercados acionistas da Europa Ocidental e dos Estados Unidos pintaram a semana de verde, à conta do acordo comercial de "fase um" assinado entre Washington e Pequim.

 

O tão esperado acordo viu finalmente a luz do dia e permitiu travar a entrada em vigor, já este domingo de 15 de dezembro, de uma nova fornada de tarifas alfandegárias.

 

Os representantes comerciais das duas maiores economias do mundo estão já preparados para avançarem com novas negociações rumo à "fase dois" do acordo.

 

Os mercados refletiram alívio com a confirmação desta notícia e em Wall Street os principais índices chegaram mesmo a marcar novos máximos históricos.

 

Também as cotações do petróleo subiram com o anúncio deste acordo, tendo o Brent do Mar do Norte – crude de referência para as importações portuguesas, negociado no mercado londrino – superado os 65 dólares por barril, o que não acontecia desde setembro.

 

A ajudar a animar a negociação bolsista do Velho Continente – e a libra esterlina – esteve a maioria absoluta dos Conservadores de Boris Johnson nas eleições gerais do Reino Unido na quinta-feira.

 

A justificar este otimismo esteve o facto de os investidores percecionarem, numa maioria absoluta do Partido Conservador, a estabilização da política britânica e, acima de tudo, um caminho concreto para o Brexit, no caso a concretização da saída da UE até 31 de janeiro como prometido por Boris Johnson. 

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