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A semana em oito gráficos: Acordo comercial e lei do Brexit animam semana bolsista

As bolsas de ambos os lados do Atlântico valorizaram no acumulado da semana, ainda a capitalizarem o acordo comercial parcial entre os EUA e a China. A lei do Brexit ajudou à tendência.

Europa generalizadamente no verde

Europa generalizadamente no verde
As bolsas do Velho Continente tiveram um saldo semanal positivo, impulsionadas pelo regresso dos investidores aos ativos de maior risco após o acordo comercial de Fase 1 entre os Estados Unidos e a China – que deu também máximos históricos a Wall Street. Também a lei do Brexit, aprovada na sexta-feira no parlamento britânico, ajudou ao otimismo.

PSI-20 soma 0,71%

PSI-20 soma 0,71%
O índice de referência nacional acompanhou o bom desempenho das principais praças da Europa Ocidental, com uma subida de 0,71%, animado sobretudo pela Mota-Engil e Galp. O PSI-20 aumentou assim para 10,75% a sua valorização desde o início do ano.

Mota-Engil com maior subida em Lisboa

Mota-Engil com maior subida em Lisboa
No PSI-20, a Mota-Engil foi o título que terreno ganhou na semana, com uma valorização acumulada de 5,53%, seguindo-se a Galp com 3,80%. Do lado contrário, destaque para a Semapa com uma perda de 3,95%.

Delivery Hero com o melhor desempenho do Stoxx600

Delivery Hero com o melhor desempenho do Stoxx600
A Delivery Hero foi a cotada do índice de referência europeu Stoxx600 que mais valorizou no agregado da semana, ao registar uma apreciação de 11,58%. A plataforma alemã de entrega de comida, que liga restaurantes e clientes através de uma aplicação, foi sustentada pelo anúncio da sua expansão para a Ásia – com a compra da app sul-coreana de entrega de comida Woowa Brothers.

Conagra Brands lidera avanços no S&P 500

Conagra Brands lidera avanços no S&P 500
A liderar a tabela de melhores “performers” do índice Standard & Poor’s 500 nesta semana esteve a Conagra Brands, com um ganho de 21,44% no cômputo de segunda a sexta-feira. A empresa norte-americana de alimentos embalados esteve a ser impulsionada pelo aumento das suas vendas, muito à conta dos seus snacks de carne New Slim Jim e das suas refeições congeladas Healthy Choice.

Dólar sobe face às principais congéneres

Dólar sobe face às principais congéneres
A nota verde ganhou terreno no acumulado da semana face às principais moedas, como o euro e a libra esterlina. A exceção foi face ao iene, com um ligeiro recuo de 0,06%. O dólar foi sustentado por novos dados económicos positivos, como a confirmação do crescimento dos EUA, e pela aprovação no Congresso de um pacote de financiamento orçamental no valor de 1,4 biliões de dólares que evitará o “shutdown” do governo.

Acordo comercial e stocks animam mercado petrolífero

Acordo comercial e stocks animam mercado petrolífero
As cotações do "ouro negro" ganharam terreno no saldo semanal, impulsionadas pelo acordo comercial parcial entre os Estados Unidos e a China, bem como pela diminuição das reservas norte-americanas de crude na semana passada. Tratou-se da terceira semana de ganhos do petróleo.

Juros sobem na Europa e nos EUA

Juros sobem na Europa e nos EUA
Os juros das dívidas soberanas na Europa e nos EUA com maturidade a 10 anos subiram, na sua grande maioria, no saldo entre segunda e sexta-feira. Com o acordo comercial de Fase 1 entre as duas maiores economias do mundo, deu-se um regresso dos investidores aos ativos de maior risco, como as ações, em detrimento das obrigações – e uma menor procura pela dívida faz subir as “yields”, que negoceiam de forma proporcionalmente inversa.
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 21 de Dezembro de 2019 às 09:30
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Os principais mercados acionistas da Europa Ocidental e dos Estados Unidos registaram um saldo semanal positivo, muito à conta do acordo comercial de "fase um" assinado entre Washington e Pequim – que permitiu que não entrasse em vigor uma nova fornada de tarifas alfandegárias.

 

O secretário norte-americano do Tesouro, Steven Mnuchin, contribuiu para um renovado otimismo ao anunciar que o acordo deve ser assinado e divulgado na íntegra no início de janeiro. 

 

Em Wall Street os principais índices marcaram mesmo novos máximos históricos.

 

A contribuir para animar a negociação bolsista esteve também a antecipação da época festiva do final de ano, o que leva a que muitas decisões de investimento sejam tomadas agora – já que no Natal e Ano Novo o volume de transações diminui.

 

Na sexta-feira houve um novo fator de impulso, depois de o parlamento britânico ter aprovado por ampla maioria a legislação que implementa o acordo de saída da União Europeia acordado pelo primeiro-ministro, Boris Johnson, com Bruxelas.

 

Nas matérias-primas, destaque para o petróleo, que marcou a terceira semana consecutiva de ganhos e foi impulsionado pela queda das reservas norte-americanas de crude na semana passada e também pelo anúncio de que a China concordou em eliminar as taxas aduaneiras sobre seis produtos químicos e petrolíferos norte-americanos.

 

 

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