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A semana em oito gráficos: Bolsas europeias, PSI-20 e petróleo marcam terceira semana consecutiva de ganhos

Os desenvolvimentos positivos no campo das vacinas contra a covid-19 deram ganhos às praças europeias e ao petróleo.

Bolsas europeias prosseguem subida

Bolsas europeias prosseguem subida
As bolsas do Velho Continente subiram pela terceira semana seguida, a mais longa série de subidas desde julho, animadas pelas vacinas promissoras contra a covid-19. Já Wall Street teve um saldo negativo, com os investidores a optarem pela prudência enquanto não há distribuição de vacinas.

PSI-20 sobe pela terceira semana

PSI-20 sobe pela terceira semana
O índice de referência nacional ganhou mais de 1% e marcou a terceira semana consecutiva de ganhos, a acompanhar a tendência do resto da Europa. O PSI-20 reduziu assim para 15,15% a sua perda no acumulado do ano. Em destaque, pela positiva, estiveram as escaladas do BCP e CTT.

BCP e CTT disparam

BCP e CTT disparam
Os CTT e o BCP foram os títulos que mais escalaram esta semana, com ganhos superiores a 11%. O banco liderado por Miguel Maya voltou a estar entre os melhores desempenhos da praça lisboeta, numa semana de ganhos na banca europeia, e a empresa comandada por João Bento disparou mais de 4% na sexta-feira, depois de divulgado que o PS está a negociar com o PCP o controlo público parcial da empresa de correios.

Sabadell sustenta Stoxx600

Sabadell sustenta Stoxx600
A imprensa espanhola avançou esta semana que o BBVA e o Sabadell estão a estudar uma união, o que animou o setor financeiro europeu. O Sabadell teve o segundo maior desempenho do Stoxx600, a somar 22,51%. Os bancos espanhóis estão na frente da onda de consolidação que se espera no mercado bancário da Europa.

Energia trava perdas do S&P 500

Energia trava perdas do S&P 500
Numa semana de subida dos preços do crude, as cotadas do setor energético ajudaram a travar as perdas do S&P 500. A Diamondback Energy e a Occidental Petroleum estiveram entre as melhores performances do índice de referência norte-americano.

Dólar perde força para o euro

Dólar perde força para o euro
No mercado cambial, o dólar voltou a perder fôlego para o euro. A nota verde teve novo saldo semanal negativo, tenho perdido terreno em oito das últimas 10 sessões devido ao maior apetite pelo risco por parte dos investidores, nomeadamente com uma aposta nas ações. Ainda assim, conseguiu ganhar força face ao iene, numa semana em que o Japão voltou a estar em alerta com a subida de casos de covid-19.

Terceira semana de subidas para o crude

Terceira semana de subidas para o crude
As cotações do petróleo subiram pela terceira semana consecutiva, animadas pelas notícias promissoras sobre as vacinas de combate à covid desenvolvidas pela Pfizer/BioNTech e pela Moderna. A ajudar ao otimismo continuou a estar a perspetiva de que a OPEP+ se decida no final do mês por adiar entrada de mais crude no mercado.

Juros de Portugal lideram quedas semanais

Juros de Portugal lideram quedas semanais
Os juros da dívida soberana de Portugal a dez anos registaram uma queda semanal de mais de 6 pontos base, o que lhes permitiu registarem mínimos históricos por duas vezes consecutivas. Estão agora estão abaixo do patamar dos 0,02%, encaminhando-se para um patamar negativo. Esta foi a tendência registada em toda a Europa e também nos Estados Unidos. No final da semana, com a ameaça que que os programas de emergência da Fed poderiam não ser prolongados para lá do final do ano, as quedas adensaram-se.
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As bolsas europeias fecharam em terreno positivo pela terceira semana consecutiva, na mais longa série de subidas desde julho, numa altura em que os investidores se viraram para os setores mais sensíveis à evolução da economia devido ao otimismo em torno das vacinas contra a covid-19.

 

Por cá, também o PSI-20 registou a terceira semana seguida de ganhos, com os CTT e BCP entre os melhores desempenhos.

 

Já em Wall Street a tendência semanal foi de quebra. Apesar das boas notícias sobre a eficácia de duas vacinas contra a covid-19, estas ainda podem demorar a ser distribuídas, o que motivou alguma prudência por parte dos investidores.

 

Um ativo que preferiu olhar para o copo meio cheio foi o petróleo, animado pelas notícias de vacinas promissoras esteve o petróleo – com os operadores a perspetivarem um cenário mais animador para as economias penalizadas pela pandemia e, consequentemente, para a procura de combustível.

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