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A semana em oito gráficos: Bolsas europeias, PSI-20 e petróleo sobem há cinco semanas

Os desenvolvimentos positivos na viabilização das vacinas contra a covid-19 e o acordo da OPEP+ animaram as praças europeias e o petróleo.

Stoxx600 a subir há cinco semanas

Stoxx600 a subir há cinco semanas
O índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias teve saldo positivo pela quinta semana consecutiva. Isto depois de na segunda-feira fechar o seu melhor mês de novembro de sempre. Os progressos na viabilização de vacinas contra a covid-19 e os ganhos da energia ajudaram ao impulso. A exceção às subidas na Europa foi a do índice alemão Dax, que cedeu ligeiramente.

PSI-20 já cai menos de 10% no ano

PSI-20 já cai menos de 10% no ano
O índice de referência nacional somou 1,10% no cômputo dos últimos cinco dias, reduzindo assim a queda desde o início do ano para 9,81%. O PSI-20 caiu nas duas primeiras sessões da semana, marcadas pela ponte e feriado, e recuperou nas restantes, com a Altri a protagonizar a maior subida.

Altri brilha na bolsa nacional

Altri brilha na bolsa nacional
O setor do papel animou a praça lisboeta esta semana, com destaque para a escalada de 11,58% da Altri. Pela negativa, a Mota-Engil, que na quinta-feira convocou os acionistas para decidirem o aumento de capital a 7 de janeiro, sobressaiu com uma queda de 16,55%, a corrigir do salto de 26,18% na semana precedente.

CD Projekt anima Stoxx600

CD Projekt anima Stoxx600
A empresa polaca de criação de jogos eletrónicos CD Projekt escalou esta semana mais de 22%, sendo a que mais subiu no índice Stoxx 600, depois de anunciar que o seu cobiçado jogo Cyberpunk 2077 estará disponível em todo o mundo entre 9 e 10 de dezembro, consoante os fusos horários.

Micron sustenta ganhos do S&P 500

Micron sustenta ganhos do S&P 500
A fabricante norte-americana de microprocessadores Micron Technologies foi a que mais se destacou nos ganhos do S&P 500, depois de comunicar na sexta-feira o restauro de energia na sua fábrica de produção de chips de memória DRAM em Taiwan, depois do apagão da véspera, tendo todos os seus sistemas a operar normalmente.

Dólar perde força

Dólar perde força
No mercado cambial, a nota verde voltou a perder fôlego face às principais moedas. Contra o euro, negociou em mínimos de abril de 2018. Isto numa altura em que os investidores revelam maior apetite pelo risco em detrimento dos ativos considerados mais seguros, dada a expectativa de uma distribuição em breve de vacinas contra a covid.

Crude continua a ganhar terreno

Crude continua a ganhar terreno
As cotações do petróleo subiram pela quinta semana consecutiva, animadas a partir de quinta-feira com o acordo da OPEP+, que decidiu aumentar a sua oferta no mercado em meio milhão de barris por dia a partir de janeiro em vez dos dois milhões inicialmente previstos.

Apetite pelo risco agrava juros

Apetite pelo risco agrava juros
Tal como o dólar, as obrigações soberanas dos países do euro têm, nesta altura, menos atratividade aos olhos dos investidores, que estão voltados para os ativos de maior risco, como as ações. Assim, as obrigações seguiram em queda esta semana e, consequentemente, os juros estiveram em alta.
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 05 de Dezembro de 2020 às 09:30
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As bolsas europeias registaram um saldo positivo pela quinta semana consecutiva, depois de o índice Stoxx 600 ter fechado na segunda-feira fechar o seu melhor mês de novembro de sempre.

 

Os progressos na viabilização de vacinas contra a covid-19 e os ganhos da energia – devido ao acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (o chamado grupo OPEP+) – ajudaram ao impulso das bolsas do Velho Continente.

 

Por cá, o PSI-20 acompanhou a tendência, marcando também a quinta semana seguida de ganhos.

 

A exceção às subidas entre as principais praças da Europa Ocidental foi a do índice alemão Dax, que cedeu ligeiramente.

 

Também o petróleo registou a quinta subida semanal, impulsionado a partir de quinta-feira com o acordo da OPEP+, que decidiu aumentar a sua oferta no mercado em meio milhão de barris por dia a partir de janeiro em vez dos dois milhões inicialmente previstos.

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