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A semana em oito gráficos: incerteza na frente comercial penaliza bolsas

As bolsas europeias registaram uma queda generalizada na Europa, com exceção da praça londrina. Os avanços e recuos na frente comercial levaram a uma maior cautela por parte dos investidores.

Só Londres teve saldo positivo na Europa

Só Londres teve saldo positivo na Europa
As bolsas do Velho Continente tiveram um saldo semanal negativo, com exceção do índice britânico FTSE 100. Foi mais uma semana de incertezas na frente comercial, o que contribuiu para a prudência dos investidores.

PSI-20 cede 1,65%

PSI-20 cede 1,65%
O índice de referência nacional registou a maior queda semanal entre as principais praças da Europa Ocidental, com um recuo de 1,65%. O PSI-20 reduziu assim para 9,49% a sua valorização desde o início do ano.

Altri com maior descida em Lisboa

Altri com maior descida em Lisboa
No PSI-20, a Altri foi o título que terreno perdeu na semana, com uma desvalorização acumulada de 4,94%. Do lado contrário esteve a Corticeira Amorim, com um ganho de 3,77%.

BME com o melhor desempenho do Stoxx600

BME com o melhor desempenho do Stoxx600
O índice de referência europeu Stoxx600 desvalorizou no agregado da semana, mas teve cotadas que brilharam e ajudaram a travar maiores perdas. Foi o caso da Bolsas y Mercados Españoles (BME), que escalou 40,79%, animada pelos vários interessados na sua compra, nomeadamente o SIX Group (operador da bolsa suíça), a Euronext, e a Deutsche Boerse, de Frankfurt.

Abiomed lidera recuos no S&P 500

Abiomed lidera recuos no S&P 500
A liderar a tabela de piores “performers” do índice Standard & Poor’s 500 nesta semana esteve a Abiomed, com uma perda de 17,87%no cômputo de segunda a sexta-feira. A fabricante norte-americana de dispositivos de implantes médicos foi pressionada pelos dados de um estudo que questiona a segurança e eficácia das suas válvulas cardíacas Impella.

Euro perde terreno face ao dólar

Euro perde terreno face ao dólar
A moeda única europeia cedeu terreno, o acumulado esta semana, face a algumas das principais contrapartes, como o dólar e a libra esterlina. Na Zona Euro, os dados do PMI foram dececionantes e aproximaram-se de um cenário de estagnação, o que contribuiu para pressionar a divisa do bloco europeu.

Petróleo cede com avanços e recuos na frente comercial

Petróleo cede com avanços e recuos na frente comercial
As cotações do “ouro negro” tiveram um desempenho semanal negativo, com a matéria-prima a ser pressionada pelos sinais mistos em torno da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Pequim renovou os sinais de que é possível um entendimento, mas a perspetiva de Trump apoiar Hong Kong nas suas pretensões de autonomia face à China elevou os receios de um intensificar de tensões entre as duas maiores economias do mundo.

Juros caem na Europa

Juros caem na Europa
Os juros das dívidas soberanas na Europa com maturidade a 10 anos aliviaram, na sua grande maioria, no saldo entre segunda e sexta-feira. O clima de maior otimismo na frente comercial fez com que os investidores regressassem aos ativos de maior risco, como as ações, em detrimento dos chamados valores-refúgio – como é o caso das obrigações. A exceção foi a dívida portuguesa, cujos juros desceram, a refletir uma maior aposta em Portugal, em antecipação de uma melhoria do rating por parte da Fitch.
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 23 de Novembro de 2019 às 09:30
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No Velho Continente, os mercados acionistas registaram um movimento maioritariamente negativo no acumulado entre segunda e sexta-feira.

A exceção foi a praça londrina, com o índice FTSE a manter-se à tona no saldo semanal.

 

Os avanços e recuos na frente comercial EUA-China ditaram grande parte da evolução bolsista desta semana.

 

Na sexta-feira, Pequim renovou os sinais de que é possível um entendimento e Washington seguiu o mesmo caminho. No entanto, a perspetiva de Donald Trump apoiar Hong Kong nas suas pretensões de autonomia face à China elevou os receios de um intensificar de tensões entre as duas maiores economias do mundo.

 

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