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A semana em oito gráficos: Retoma económica anima bolsas mas inflação e covid travam otimismo

As principais praças europeias negociaram a revelar uma tendência mista, com o Stoxx 600 e o britânico FTSE a recuarem, mas o alemão DAX e o espanhol Ibex a subirem. De um lado esteve o otimismo perante a retoma económica e do outro os receios em torno da inflação e do aumento de casos de covid na Ásia. Já os juros da dívida soberana agravaram-se na Zona Euro e o petróleo subiu ligeiramente.

Europa em terreno misto

Europa em terreno misto
As principais praças europeias negociaram sem direção única, com o Stoxx 600 e o FTSE a recuarem, mas o Dax e o Ibex. De um lado esteve o otimismo perante a retoma económica decorrente das menores restrições e do outro os receios com a inflação e o aumento de casos de covid em vários países asiáticos, como a Índia e Japão.

Lisboa mais forte

Lisboa mais forte
A bolsa lisboeta somou 0,90% no cômputo dos cinco dias, com o PSI-20 a aumentar para 6,07% o seu ganho anual. O índice de referência nacional esteve entre os maiores ganhos na Europa, animado pelos resultados trimestrais de algumas cotadas de peso.

BCP dispara 19%

BCP dispara 19%
O BCP foi o título do PSI-20 que mais valorizou, a escalar 18,99%. O banco liderado por Miguel Maya acompanhou a solidez generalizada da banca na Europa em termos semanais. No sentido contrário, destaque para as perdas dos CTT e da Mota-Engil.

Banca trava quedas do Stoxx600

Banca trava quedas do Stoxx600
Títulos como o Commerzbank, Banco Sabadell e UniCredit estiveram entre os melhores desempenhos do Stoxx 600, ajudando assim a travar maiores perdas semanais do índice. A dinamarquesa Ambu S/A, que produz e comercializa equipamento médico, foi a que mais caiu, devido aos resultados trimestrais abaixo do esperado.

Tecnológicas pesam no S&P 500

Tecnológicas pesam no S&P 500
As cotadas do setor tecnológico continuaram a ser castigadas pelos receios de que a inflação nos EUA continue a aumentar e isso leve a Fed a subir os juros diretores mais cedo do que o esperado. O que tem pressionado sobretudo o Nasdaq e o S&P 500.

Dólar ganha tração face ao euro

Dólar ganha tração face ao euro
O dólar valorizou contra a moeda única europeia, depois de na semana passada ter desvalorizado. A sustentar o desempenho da nota verde estiveram os renovados receios de pressões inflacionistas nos EUA, o que fez os investidores procurarem ativos-refúgio, como é o caso da moeda americana.

Petróleo soma em Londres

Petróleo soma em Londres
O preço do Brent, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, fechou a semana no verde, com as previsões de aumento da procura no segundo semestre a terem mais peso do que os receios em torno do agravamento da pandemia na Índia, terceiro maior importador mundial.

Juros da dívida portuguesa em máximos de junho

Juros da dívida portuguesa em máximos de junho
Os juros da dívida pública da Zona Euro subiram com os receios de que os bancos centrais reduzam as suas políticas de estímulo económico devido à inflação, o que se refletiu no agravamento da perceção de risco associado às obrigações. Os juros da dívida a 10 anos de Portugal atingiram máximos de 11 meses.
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 15 de Maio de 2021 às 09:30
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