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A semana em oito gráficos: Aposta no risco e na segurança dá ganhos às bolsas e alivia juros

As bolsas ganharam terreno de forma generalizada esta semana, tal como o petróleo, se bem que os receios de que uma segunda vaga de infeções por covid-19 tivessem continuado a travar subidas mais acentuadas.

Bolsas globais em alta

Bolsas globais em alta
A semana foi positiva para as bolsas, apesar dos receios em torno do ressurgimento da covid-19, numa altura em que os investidores apostam tanto no risco como na segurança. Na Europa Ocidental, a exceção foi a praça britânica, que cedeu ligeiramente no acumulado das cinco sessões.

PSI-20 aguenta-se no verde apesar de três quebras

PSI-20 aguenta-se no verde apesar de três quebras
O PSI-20 terminou a semana com um saldo positivo de mais de 1%, apesar de ter registado três sessões no vermelho. O balanço positivo segue-se à quebra registada no ciclo precedente de cinco dias, prolongando a tendência de “sobe e desce” que se verificou ao longo de junho.

EDPR lidera ganhos no PSI-20

EDPR lidera ganhos no PSI-20
A EDP Renováveis foi a cotada do PSI-20 que mais valorizou, a somar perto de 7%, tendo sido um dos títulos que mais ajudou a travar as perdas do índice na sexta-feira. Já a Jerónimo Martins foi a que mais pressionou a praça lisboeta esta semana.

Wirecard dispara no Stoxx600

Wirecard dispara no Stoxx600
Depois de duas semanas a afundar mais de 95%, a empresa alemã de pagamentos Wirecard foi o título do Stoxx600 que mais subiu, ao escalar 152%, face a notícias de que há investidores interessados na compra da empresa, agora que esta entrou em processo de insolvência mas pretende manter a atividade. Do lado contrário, a britânica DS Smith foi a que mais caiu, depois de a empresa de embalagens cartonadas anunciar que não vai pagar o dividendo final devido à “incerteza macroeconómica”.

FedEx anima S&P 500

FedEx anima S&P 500
A FedEX subiu perto de 20% esta semana, tendo sido o título do Standard & Poor’s 500 que mais terreno ganhou. A empresa norte-americana de expedição de encomendas reportou prejuízos no seu quarto trimestre fiscal, findo a 31 de maio, mas as receitas superaram as expectativas e foi elogiada pelos resultados durante a pandemia.

Dólar perde tração

Dólar perde tração
O dólar depreciou-se esta semana face a moedas rivais como o euro, libra e iene, enfraquecido com o regresso do apetite pelo risco, apesar de ainda ser procurado como valor-refúgio nestes tempos de incerteza decorrente da pandemia de covid-19.

Petróleo sobe com queda de stocks

Petróleo sobe com queda de stocks
As cotações do "ouro negro" foram sustentadas esta semana pela diminuição das reservas norte-americanas de crude, pela melhoria dos dados económicos nos EUA e pela perspetiva de uma vacina contra a covid-19, se bem que o aumento dos casos de infeção pelo vírus tivesse travado maiores ganhos.

Juros da periferia do euro recuam

Juros da periferia do euro recuam
Apesar de os investidores terem continuado a apostar em ativos de maior risco, como as ações, também mantiveram a aposta noutros ativos considerados mais seguros, como as obrigações soberanas. Na periferia do euro, os juros da dívida aliviaram em países como Portugal, Espanha e Itália. Já a “yield” das bunds alemãs subiu.
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Na sexta-feira, a sessão foi de quebras convictas um pouco por toda a Europa, numa altura em que as incertezas quanto aos estímulos económicos no Velho Continente se avolumaram, a situação política em França tremeu e os volumes de negociação foram menores devido ao fecho dos mercados nos Estados Unidos para celebração antecipada do Dia da Independência.

 

Ainda assim, no cômputo semanal a tendência foi positiva nos EUA e na Europa Ocidental – com exceção para uma descida marginal da bolsa londrina.

 

A animar a negociação bolsista esteve a procura por ativos de maior risco, como as ações, se bem que os investidores estejam também a reaguardar-se junto dos chamados valor-refúgio, como a dívida soberana.

 

Já as cotações do "ouro negro" foram sustentadas esta semana pela diminuição das reservas norte-americanas de crude, pela melhoria dos dados económicos nos EUA, pela menor oferta por parte de grandes produtores, no âmbito do acordo OPEP+, e pela perspetiva de uma vacina contra a covid-19, se bem que o aumento dos casos de infeção pelo vírus tivesse travado maiores ganhos.

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