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A semana em oito gráficos: Contração económica abala Europa, dólar e petróleo

As bolsas do Velho Continente perderam terreno esta semana, com as fortes quedas do crescimento das economias no segundo trimestre a contribuírem para a tendência.

Banca espanhola pressiona bolsa de Madrid

Banca espanhola pressiona bolsa de Madrid
Numa semana marcada pela apresentação de resultados de vários bancos em Espanha, o índice Ibex ressentiu-se, dada a forte influência do setor na bolsa do país. No resto da Europa, o sentimento foi também negativo, com a divulgação de uma queda histórica no PIB da região a pressionar. Já em Wall Street, mesmo com os indicadores económicos negativos, o ganho das tecnológicas deu força às bolsas.

PSI-20 recua com pressão do PIB

PSI-20 recua com pressão do PIB
A bolsa nacional caiu 4,37%, depois de quatro semanas em alta, com o índice PSI-20 a aumentar para 17,61% a queda no acumulado do ano. A praça lisboeta foi pressionada, à semelhança das suas congéres europeias, pela queda história do PIB no país e no resto da Zona Euro no segundo trimestre.

Galp lidera quedas em semana de resultados

Galp lidera quedas em semana de resultados
Em Portugal, a cotada que mais caiu foi a petrolífera Galp, numa semana em que reportou um prejuízo no segundo trimestre do ano. Também o BCP sobressaiu com uma queda robusta, após apresentar os números semestrais. Pela positiva, destaque para a Pharol e a Corticeira Amorim.

Renault com pior performance do Stoxx600

Renault com pior performance do Stoxx600
A fabricante automóvel francesa Renault foi o título do Stoxx600 que mais terreno perdeu esta semana, a ceder 20,5%, depois de reportar na quinta-feira uma perda recorde de 7,3 mil milhões de euros no primeiro semestre.

L Brands anima S&P 500

L Brands anima S&P 500
A L Brands escalou 25,5% esta semana, tendo sido o título do Standard & Poor’s 500 que mais terreno ganhou. A retalhista de moda norte-americana, dona de marcas como a Victoria Secret e Bath & Body Works, anunciou que vai cortar 15% da sua força de trabalho (850 empregos) e esta tentativa de redução de custos numa altura em que a pandemia atinge a empresa em força foi bem recebida pelo mercado.

Dólar mais debilitado

Dólar mais debilitado
O dólar voltou a depreciar-se esta semana face a moedas rivais como o euro e libra, a caminho da maior queda mensal de quase uma década. As taxas reais negativas nos EUA, a proliferação da covid-19 no país e a procura de ativos-refúgio como o ouro têm afastado os investidores da nota verde.

Contração económica abala crude

Contração económica abala crude
As cotações do petróleo foram pressionadas pela maior queda de sempre do PIB nos EUA e na Europa. A depreciação do dólar ajudou a conter as perdas, mas não impediu um saldo semanal negativo do Brent – que, contudo, marcou o quarto mês consecutivo de subidas.

Juros da Alemanha caem em força. Itália corrige

Juros da Alemanha caem em força. Itália corrige
Depois de os juros transalpinos terem derrapado, com apoio do envelope aprovado por Bruxelas para os 27 Estados-membros da União Europeia, esta semana corrigiram com uma subida ligeiramente superior a 1 ponto base. No lado oposto da tabela estiveram os juros da dívida alemã a 10 anos, que tiveram uma procura forte pelas Bunds.
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As bolsas europeias s estiveram a ser sobretudo pressionadas pela queda história do PIB no bloco do euro, no segundo trimestre.

 

Já nos EUA, apesar de ter sido registada também a maior contração da sua história, a tendência conseguiu manter-se positiva, muito à conta dos bons resultados das cotadas do setor tecnológico.

 

O dólar e o petróleo também foram pressionados pelos dados do PIB. O aumento das infeções por covid-19 continuou igualmente a suscitar receios.

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