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A semana em oito gráficos: Europa sobe pela terceira semana e euro marca maior ciclo de ganhos em dois anos

As bolsas ganharam terreno de forma generalizada esta semana, tal como o euro, que registou o maior ciclo de ganhos desde 2018.

Bolsas europeias sobem pela terceira semana

Bolsas europeias sobem pela terceira semana
As bolsas europeias marcaram a terceira semana seguida de ganhos, com os investidores otimistas com a perspetiva de os líderes europeus selarem o acordo para a constituição de um fundo de recuperação que ajude a economia europeia a contrariar os efeitos da pandemia. Desde que meados de maio que o desempenho das ações europeias tem superado as norte-americanas e a tendência repetiu-se esta semana. O FTSE de Londres liderou os ganhos e o DAX de Frankfurt avançou mais de 2%, duplicando o ganho do norte-americano S&P500.

Euro com maior ciclo de ganhos desde 2018

Euro com maior ciclo de ganhos desde 2018

O euro marcou a quarta semana consecutiva de ganhos face ao dólar, o maior ciclo de subidas da moeda única desde 2018. Nas últimas cinco semanas o euro valorizou mais de 1% e está já próximo de 1,15 dólares, o que representa o nível mais alto desde março. A divisa tem beneficiado com o fraco desempenho do dólar no mercado cambial e com a expectativa de aprovação do fundo de recuperação europeu.

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As bolsas europeias subiram no saldo entre segunda e sexta-feira, com o Stoxx600 a marcar a terceira semana consecutiva de ganhos e a somar 1,60% no acumulado dos últimos cinco dias. 

 

Nos EUA, a tendência dos mercados acionistas foi também de ganhos.

 

Por seu lado, o euro destacou-se com o maior ciclo de ganhos desde 2018.

 

Em sentido contrário esteve o petróleo, pressionado pelo aumento das infeções por covid-19, que está a desacelerar a retoma do consumo de combustível devido a novas restrições nos EUA e outros países – o que intensifa os receios de que possa demorar anos até que a procura recupere do impacto da pandemia.

 

O facto de a OPEP+ ter reduzido o esforço de corte da oferta também pesou nas cotações do "ouro negro".

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