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A semana em oito gráficos: Semana de vaivém nas bolsas e de escalada no petróleo

As bolsas europeias oscilaram entre ganhos e perdas, numa semana de reuniões de bancos centrais e de anúncios de fusões e aquisições, e com a covid-19 a continuar a suscitar grandes receios. Em Wall Street, a semana foi turbulenta. Já o petróleo disparou.

PSI-20 lidera quedas entre as praças europeias

PSI-20 lidera quedas entre as praças europeias
A bolsa nacional foi a que mais desvalorizou, entre algumas das maiores bolsas da Europa Ocidental, tendo registado uma queda de 1,37%, devido principalmente à desvalorização robusta da Nos. Já o índice de referência para a região, o Stoxx 600, conseguiu manter-se positivo na semana.

Praça lisboeta cede 1,37%

Praça lisboeta cede 1,37%
O PSI-20 terminou a semana com saldo negativo, a ceder 1,37%, aumentando assim para 18,44% a sua perda no acumulado do ano. O índice de referência nacional foi essencialmente penalizado pela Nos, CTT e Galp Energia.

Nos tomba para mínimos de sete meses

Nos tomba para mínimos de sete meses
A empresa de telecomunicações liderada por Miguel Almeida registou uma das piores semanas dos últimos meses, com uma perda acumulada de quase 10% e com uma liquidez muito superior à média recente. Em contraciclo, a Novabase conseguiu destacar-se com um disparo superior a 9% na semana.

G4S anima Stoxx600

G4S anima Stoxx600
A empresa britânica de serviços de segurança G4S teve o melhor desempenho do Stoxx600, a escalar 32,69%, animada pela oferta de compra por parte da rival canadiana GardaWorld, que quer recuperar a face da empresa depois de alguns escândalos em torno de contratos com o governo britânico.

GE dá fôlego ao S&P 500

GE dá fôlego ao S&P 500
A norte-americana General Electric foi a cotada com melhor performance do S&P 500. A sustentar esteve o anúncio do seu CEO, Larry Culp, de que espera que o fluxo de caixa fique positivo no segundo semestre.

Libra animada em semana de Banco de Inglaterra

Libra animada em semana de Banco de Inglaterra
Com a Reserva Federal dos EUA e o Banco de Inglaterra a mostrarem-se disponíveis para continuar a apoiar as economias locais, as maiores moedas de todo o mundo valorizaram, como foi o caso da libra. Em contraciclo esteve a depreciação do iene, que perdeu terreno face ao dólar e ao euro.

Crude avança com OPEP e menos stocks

Crude avança com OPEP e menos stocks
As cotações do petróleo dispararam, em Londres, a registarem o maior ganho mensal desde junho. A impulsionar estiveram os alertas da OPEP para que os membros não superem as quotas de produção, bem como a queda dos stocks norte-americanos de crude.

Juros da Zona Euro aliviam

Juros da Zona Euro aliviam
Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro perderam tração na semana, com destaque para a “yield” portuguesa a 10 anos, que aliviou 2,9 pontos base, aproximando-se da espanhola. Em Inglaterra, os juros com maturidade inferior a 10 negociaram em território negativo. Já nos EUA, os juros de referência subiram quase 2 pontos base.
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 19 de Setembro de 2020 às 09:30
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Os mercados acionistas europeus recuaram na sexta-feira, com o receio de que novas restrições devido à covid-19 ameacem a retoma económica que ainda agora começou.

 

O índice de referência Stoxx Europe 600 caiu 0,70%, reduzindo assim para apenas 0,20% o seu ganho semanal, tendo a maioria das bolsas da Europa Ocidental acabado por ter um saldo vermelho no agregado das cinco sessões.

 

Nos EUA, a semana foi turbulenta, com  tecnológicas a pressionarem na maioria das sessões. Na quarta-feira, o otimismo da Fed quanto ao rumo da retoma do país melhorou o sentimento dos investidores, mas o alerta para o longo caminho a percorrer na via da recuperação refreou os ânimos nas duas sessões seguintes, com Wall Street a acabar por marcar a terceira semana consecutiva de quedas (o S&P 500, ontem ao final do dia, ainda revelava um ligeiro ganho semanal de 0,10%, mas no fecho acabou por inverter esse saldo para território negativo).

 

Já o petróleo disparou, animado pelos alertas da OPEP para que os membros não superem as quotas de produção, bem como pela queda dos stocks norte-americanos de crude.

 

Também as obrigações da Zona Euro tiveram procura, fazendo descer os juros, numa altura em que os investidores procuram ativos considerados mais seguros num contexto de aumento de casos de covid-19.

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