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Abertura dos mercados: China sustenta bolsas e petróleo

A negociação está a ser sustentada pela divulgação de um indicador económico na China. Acções e petróleo ganham terreno, enquanto o ouro segue em mínimos de 15 semanas.

Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 28 de Maio de 2014 às 07:59
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A divulgação de um crescimento estável na indústria na China está a sustentar a negociação nos mercados financeiras esta quarta-feira, com as acções asiáticas e a maioria das matérias-primas a ganharem terreno. O ouro é a excepção. O metal cai para mínimos de 15 semanas.

 

O índice MSCI Ásia Pacífico avança 0,6%, com o índice chinês a subir mais de 1%. A motivar a subida está o facto da China ter reportado que o sector industrial no país cresceu 10% nos primeiros quatro meses do ano, face ao período homólogo, com o indicador a estabilizar face aos primeiros três meses do ano.

 

A economia chinesa tem sido alvo de preocupações por parte dos investidores mundiais, devido aos sinais de abrandamento. Ainda esta semana, o presidente do banco central chinês, Zhou Xiaochuan, referiu a situação "complicada" em que a economia da China, deixando em aberto que poderá tomar medidas para sustentar o crescimento.

 

Em alta estão a negociar ainda a maioria das matérias-primas, como é o caso do petróleo. A matéria-prima está a valorizar pela primeira vez em três dias, perante a especulação de que a escalada da violência na Ucrânia possa causar problemas no fornecimento de crude à Europa por parte da matéria-prima que vem da Rússia.

 

A Ucrânia continua firme em combater militarmente os separatistas pró-russos no país, recorrendo à força contra os rebeldes. O Brent avança 0,26%, para 110,31 dólares por barril, no mercado londrino. Já em Nova Iorque, o crude soma 0,1%, para 104,21 dólares por barril.

 

A contrariar os ganhos está esta manhã o ouro. O metal precioso está a recuar para o valor mais baixo das últimas 15 semanas, depois de terem sido divulgados indicadores económicos que bateram as estimativas nos EUA. Estes números vêm reforçar o bom ritmo de crescimento da economia americana, permitindo à Reserva Federal dos EUA prosseguir com a retirada de estímulos no país.

 

O metal dourado desce 0,3%, para 1.260,97 dólares por onça, depois de já ter estado a negociar no nível mais baixo desde 7 de Fevereiro.

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