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Acções asiáticas negoceiam impulsionadas por dados económicos

As acções da região da Ásia e Pacífico seguem a negociar em alta, com a divulgação das encomendas ao Japão, o crescimento da produção industrial chinesa e a queda do desemprego na Coreia do Sul a animarem os investidores.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 11 de Novembro de 2009 às 07:42
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As acções da região da Ásia e Pacífico seguem a negociar em alta, com a divulgação das encomendas ao Japão, o crescimento da produção industrial chinesa e a queda do desemprego na Coreia do Sul a animarem os investidores.

O MSCI Ásia – Pacifico sobe 0,5% para 118,65 pontos e acumula, nos últimos quatro dias, uma subida de 3,4%.

“As economias asiáticas vão recuperar antes de outras regiões”, disse o estratega do Daiwa SB Investments, Soichiro Monji à Bloomberg. “Essa é a razão pela qual as exportações e a produção industrial estão a recuperar tão depressa. O crescimento do próximo ano vai ser liderado pelas economias asiáticas”, acrescentou.

As encomendas de máquinas à indústria japonesa subiram 10,5% em Setembro. Este indicador reflecte as intenções de investimento e compara com um crescimento estimado de 4,1%, segundo as estimativas dos economistas compiladas pela Bloomberg.

“O fundo, em termos de despesas de capital, está para trás de nós”, disse o economista sénior do JP Morgan, Masamichi Adachi à Bloomberg. “A fase de contenção terminou e o sector das empresas como um todo deve recuperar gradualmente duma forma auto-sustentada”, acrescentou.

O desemprego na Coreia do Sul caiu para a taxa mais baixa dos últimos nove meses, com as empresas de transportes e telecomunicações e os bancos a contratarem mais empregados, sinalizando que a economia está a recuperar, segundo a Bloomberg.

A produção industrial chinesa cresceu 16,1%, em Outubro, relativamente ao mesmo período do ano anterior e registou a maior subida desde Março de 2008. As vendas a retalho aumentaram 16,2% no mesmo mês.

Ainda assim, o Shangai Composite encerrou no vermelho, descendo 0,7% para 3.160,00 pontos, depois de ter sido divulgado um abrandamento do crescimento dos empréstimos, que levou a banca e os construtores a pressionar o índice chinês. Esta foi a primeira descida do índice, nos últimos nove dias.

Os índices japoneses permaneceram praticamente inalterados. O Nikkei avançou 0,01% para 9.871,68 pontos e o Topix desceu 0,03% para 872,29 pontos.

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