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Acções da Euronext Lisbon negoceiam mistas; PSI20 cede 0,14%

As acções na Bolsa nacional negociavam mistas, com as subidas do BPI e da Brisa, a serem insuficientes para compensarem a queda de 1,04% da Electricidade de Portugal (EDP), que cotava no mínimo histórico, pressionando o PSI20 para uma queda de 0,14%.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 09 de Julho de 2002 às 09:45
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As acções na Bolsa nacional negociavam mistas, com as subidas do BPI e da Brisa, a serem insuficientes para compensarem a queda de 1,04% da Electricidade de Portugal (EDP), que cotava no mínimo histórico, pressionando o PSI20 para uma queda de 0,14%.

O PSI20 [PSI20] marcava 6.697,41 pontos, com 6 acções em queda, oito inalteradas, e seis a valorizarem.

Na sector financeiro, e a imitar o comportamento dos homólogos na Europa, o BPI [BPIN] crescia 1,62% para os 2,51 euros, enquanto o Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] avançava 0,44% para os 11,50 euros. Os títulos da instituição liderada por Artur Santos Silva conseguiram, ao longo das últimas três sessões, amealhar um ganho superior a 4%.

O Banco Comercial Português (BCP) [BCP], o maior banco privado português, cotava sem alterações de preços nos 3,45 euros.

A Brisa [BRISA] voltava a valorizar 0,34% para os 5,82 euros, elevando para quase 9% a subida acumulada nas últimas quatro sessões de Bolsa.

A EDP [EDP], ao invés, caía 1,04% para os 1,90 euros, sendo o papel mais procurado do dia com mais de um milhão de acções a trocarem de carteiras. As acções da eléctrica negociavam no valor mais baixo de sempre.

A Novabase [NBA], que se dedica, entre outras actividades, ao fabrico das «set-top boxes» para a televisão interactiva, caía 0,86% para o mínimo histórico de 5,76 euros. A empresa vem de uma série de 10 sessões consecutivas a perder valor.

No sector das telecomunicações, a Vodafone Telecel [TLE] e a Portugal Telecom (PT) [PTC] caíam 0,29% para os 6,98 euros, e 0,29% para os 6,83 euros, respectivamente.

Seguradoras lideram ganhos nas Bolsas europeias

As praças europeias recuperavam das quedas da véspera, e o DJ Stoxx 50 ganhava 0,47% para os 3.087,21 pontos, com o sector da banca e seguros a sustentar a subida do índice.

Em Londres, o FTSE 100 [UKX] crescia 0,52% para os 4.625,30 pontos, e à frente nos ganhos, as acções da seguradora Prudential somavam 4,4%, seguidas pelos títulos da Aviva, conhecida antes como CGNU, que avançavam 3,9%. O UBS Warburg elevou a sua recomendação para as acções da Aviva de «manter» para «comprar».

O IBEX35 [IBEX] madrileno que a par do PSI20, foi um dos escassos índices que na véspera conseguiu valorizar, corrigia hoje 0,13% a marcar 7,124,50 pontos, pressionado pelas acções da construtora ACS e da operadora Telefónica que recuavam 1,4% e 0,9%, respectivamente.

Na Alemanha, o DAX [DAX] valorizava 0,4% a cotar nos 4.460,10 pontos. A Deutsche Telekom via os seus valores crescerem 2,1% para os 10,82 euros. Segundo o «Financial Times», a operadora germânica está a ponderar vender a sua unidade de tecnologias de informação, com vista à redução do seu nível de endividamento.

Em Amsterdão, o AEX progredia 0,18% a marcar 434,69 pontos, e as acções da seguradora Aegon subiam 0,92% para os 20,93 euros, enquanto a rival ING Groep avançava 1,22% a cotar nos 26,61 euros.

Em Paris, o CAC40 [CAC] somava 0,2% para os 3.866,23 pontos, apoiado na subida das acções da empresa de media TF1 que cresciam 3,4% para os 28 euros, seguidas pelos títulos da Société Générale que apreciavam 2% para os 64,40 euros.

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