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Acções da Euronext Lisbon pouco alteradas; PSI20 avança 0,08%

A Bolsa nacional negociava perto do valor da abertura, com a subida das acções da Portugal Telecom (PT) e da Cimpor a ajudarem o PSI20 a somar 0,08%. A Semapa caía mais de 2%, depois de ter passado em Bolsa 6,8% do seu capital.

Negócios negocios@negocios.pt 24 de Maio de 2002 às 11:33
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A Bolsa nacional negociava perto do valor da abertura, com a subida das acções da Portugal Telecom (PT) e da Cimpor a ajudarem o PSI20 a somar 0,08%. A Semapa caía mais de 2%, depois de ter passado em Bolsa 6,8% do seu capital.

O PSI20 [PSI20] marcava 7.362,81 pontos com seis acções a valorizar, cinco inalteradas, e nove em queda.

As acções da Cimpor [CIMP], que chegaram a disparar mais de 10% para os 23,20 euros, preço a que foi concretizada uma passagem de 1,1 milhões de acções, seguiam com uma subida de 4,86% para os 22,01 euros. A passagem em Bolsa de 0,8% do seu capital, «deverá estar relacionada com a redução da participação da Holcim na cimenteira nacional», segundo operadores.

A Semana [SEMA], ao invés, caía 2,4% para os 4,88 euros depois de ter tocado em novos máximos anuais. Passaram-se em Bolsa dois lotes de seis e 2,06 milhões de acções da construtora que controla 9% do capital da Cimpor.

A PT [PTC] aproveitava a subida no sector na Europa para avançar 0,92% para os 7,72 euros, tal como a Vodafone Telecel [TLE], que subia 0,43% para os 7,04 euros.

A PT Multimédia [PTM] voltava a ceder 2,22% para os 8,80 euros. O BPI anunciou ontem que ultrapassou, no passado dia 20 de Maio, 2% no capital da empresa, um factor que poderá ajudar a esclarecer a subida de 5% acumulada na semana.

No sector financeiro, as acções do banco liderado por Artur Santos Silva, o BPI [BPIN], cotavam sem alterações de preços nos 2,45 euros, enquanto o Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] e o Banco Comercial Português [BCP] caíam ambos 0,27% para os 11,23 euros e 3,75 euros, respectivamente.

As acções da ParaRede [PARA] cediam 8,33% para os 0,33 euros, no dia em que se realiza a Assembleia Geral (AG) da empresa, onde os accionistas deverão ser confrontados com a demissão do presidente, Silva Correia, segundo avançou o «Público»

A Electricidade de Portugal (EDP) caía 0,86% para os 2,30 euros, enquanto a Brisa [BRISA] e a Sonae SGPS [SON] cotavam nos 5,90 euros e 0,80 euros, sem modificações de preços.

Bolsas europeias negoceiam com ganhos

As maiores praças na Europa negociavam em subida, e o DJ Stoxx 50 valorizava 0,46% a marcar 3.446,23 pontos, insuficiente ainda para desfazer a desvalorização de 1,3% acumulada ao longo da semana.

Na Alemanha, o DAX [DAX] avançava 0,71% para os 4.914,17 pontos, ajudado pela subida das acções da Deutsche Bank que recuperam 1,7% para os 12,40 euros, depois de ontem terem iniciado a negociação sob a forma de «ex-dividendos».

Na praça de Amsterdão, o índice AEX progredia 0,43% para os 494,17 pontos. A liderarem os ganhos, as acções da KPN acumulavam uma subida superior a 2% para os 4,55 euros, seguidas pelos títulos da Royal Dutch Petroleum que subiam 1,08% para os 60,75 euros.

Em Madrid, o IBEX35 [IBEX] crescia 0,99% para os 7.980,40 pontos, com as acções da Terra Lycos e da Telefónica a valorizarem 2,5% e 1,6%, respectivamente. O Santander Central Hispano (SCH) subia 0,8% a marcar 9,83 euros, depois de ter anunciado que vendeu o Patagon.com International por 10,7 milhões de euros.

Na praça de Paris, o CAC40 [CAC] progredia 0,71% para os 4.372,29 pontos, numa altura em que as acções da Vivendi Universal escalavam 3,8% para os 34,76 euros. De acordo com o jornal «Les Échos», a empresa de media poderá encaixar até 2,5 mil milhões de euros com a venda da participação de 20% na sua unidade de águas.

Na praça de Londres o FTSE [UKX] valorizava 0,04% para os 5.177,60 pontos, com o impacto da subida de 3,8% da empresa de media Granada, a ser amenizado pela quebra das acções da farmacêutica GlaxoSmithKline, cujos títulos afundavam mais de 8%, depois das entidades que regulam o sector terem decidido pela comercialização de genéricos de um dos produto mais vendidos pela empresa.

Por Pedro Carvalho

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