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Acções da Euronext Lisbon pouco alteradas; PSI20 soma 0,02%

A Bolsa nacional negociava nas vizinhanças do valor de fecho de quarta-feira, com o PSI20 a valorizar 0,02%, com a queda do BCP a ser contrabalançada pela subida das acções da Electricidade de Portugal (EDP) e Sonae SGPS.

Negócios negocios@negocios.pt 16 de Agosto de 2002 às 11:04
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A Bolsa nacional negociava nas vizinhanças do valor de fecho de quarta-feira, com o PSI20 a valorizar 0,02%, com a queda do Banco Comercial Português (BCP) a ser contrabalançada pela subida das acções da Electricidade de Portugal (EDP) e Sonae SGPS.

O PSI20 [PSI20] cotava nos 5.959,76 pontos, com nove acções a acrescentarem valor, seis inalteradas e cinco em queda. Ontem, a Euronext Lisbon, à semelhança de Madrid e Milão, esteve encerrada devido a feriado, mas ao contrário do que se passa com o IBEX 35 e o MIB 30 que valorizavam mais de 2%, o PSI20 continuava preso ao valor de fecho da última sessão.

A pressionar o índice, o BCP [BCP] caía 0,71% para os 2,78 euros, enquanto a cimenteira Cimpor [CIMP] resvalava 2,11% para os 18,08 euros, embora esta última só tenha movimentado 289 acções.

O papel mais movimentado era o da EDP [EDP] com uma fatia única de 1,9 milhões de acções negociadas a empolar a liquidez. As acções da eléctrica cresciam 0,59% para os 1,71 euros.

A Brisa [BRISA] avançava 0,38% para os 5,27 euros. Os prejuízos da Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR) registaram um agravamento para os 101,1 milhões de reais (32,38 milhões de euros) no segundo trimestre, com a desvalorização do real face ao dólar a prejudicar o desempenho da empresa detida em 17% pela Brisa.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] e a Vodafone Telecel [TLE], que na véspera perderam a oportunidade de acompanhar o crescimento das congéneres, valorizavam 0,17% para os 5,99 euros e 0,27% para os 7,56 euros, respectivamente.

A Sonae SGPS [SON], depois de uma queda de 3,77% na quarta-feira em virtude do anúncio de que as acções representativas do seu capital iriam deixar de integrar o índice europeu Stoxx 600, recuperava 1,96%, elevando o preço para os 0,52 euros.

Vivendi Universal desvaloriza mais de 6%

No resto da Europa, as maiores praças negociavam sem uma tendência única, e o DJ Stoxx 50, que ontem valorizou 3,5%, avançava 0,12% a marcar 2.746,75 pontos.

A Bolsa de Madrid que ontemtambém esteve encerrada, liderava os ganhos na Europa, com a valorização de 4,3% do Santander Central Hispano (SCH), a subida de 4% do Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA), e o crescimento de 3,4% da Telefónica a ajudarem o IBEX 35 [IBEX] a apreciar 2,53% para os 6.330 pontos.

O DAX [DAX] alemão avançava 0,01% para os 3.666,10 pontos, com as desvalorizações superiores a 5% da Infineon e da Epcos a serem compensadas pela subida de 2% da Deutsche Telekom (DT) cujos papéis marcavam 10,86 euros. O administrador executivo da maior operadora de telecomunicações europeia anunciou que planeava reduzir os custos, como forma de combater os prejuízos e reduzir o endividamento que é de 68 mil milhões de euros.

O CAC 40 [CAC] decrescia 0,42% para os 3.360,79 pontos, arrastado pela descida de 6,2% da Vivendi Universal, depois do Deutsche Bank ter reduzido a recomendação para a maior empresa de media europeia.

Em Londres, o FTSE 100 [UKX] valorizava 0,06% até aos 4.330 pontos, com a subida de 3,4% do grupo de aço Corus Group a ser parcialmente anulada pelas quedas das acções das empresas de media WPP e Granada que desvalorizavam 3,4% e 2,5% cada uma.

O AEX de Amsterdão subia 0,26% para os 365,15 pontos, impulsionado pelas subidas de 0,54% da Royal Dutch Petroleum e de 1,78% da operadora KPN.

Por Pedro Carvalho

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