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Acções europeias caem com receios de abrandamento económico

As acções europeias encerraram a sessão de hoje em queda, devido a receios de abrandamento económico, depois de um relatório ter revelado que a economia alemã recuou 0,1% no segundo trimestre do ano. O Euro Stoxx 50 deslizou 1,1%.

Ricardo Domingos rdomingos1@gmail.com 15 de Agosto de 2001 às 18:49
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As acções europeias encerraram a sessão de hoje em queda, devido a receios de abrandamento económico, depois de um relatório ter revelado que a economia alemã recuou 0,1% no segundo trimestre do ano. O Euro Stoxx 50 deslizou 1,1%.

O índice que agrega as 50 maiores empresas em termos de capitalização bolsista marcava 3.751,74 pontos, no dia que as Bolsa de Lisboa, Madrid e Milão se encontraram encerradas devido a feriado religioso.

A economia alemã terá retrocedido 0,1% no segundo trimestre do ano, pela primeira vez desde 1999, devido ao abrandamento da indústria e da construção, de acordo com as previsões do instituto alemão DIW, que afirma que a Alemanha se encontra «numa fase de estagnação económica». O Bundesbank, banco central alemão, divulgará amanhã os números provisórios para a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) no mesmo período. O DIW prevê uma taxa de crescimento zero no terceiro trimestre deste ano.

O DAX [DAX] perdia 1,27% para os 5.450,56 pontos, arrastadas pela Deutsche Telekom [DTE], que recuava 4,12% para os 19,08 euros (3.825 escudos). A fabricante automóvel Daimlerchrysler [DCX] desceram 2,91% para os 51,98 euros (10.421 escudos).

Em Paris, o CAC [CAC] derrapou 0,58% para os 4.933,97 pontos. As quedas foram protagonizadas pela France Telecom, que caiu 2,17%, e pelo grupo de media Vivendi Universal, que registou uma desvalorização de 1,38% para os 64,10 euros (12.851 escudos).

O FTSE [UKX] resvalou 0,87% para os 5.459,70 pontos, devido a menores perspectivas de uma redução dos juros pelo Banco de Inglaterra, depois de um relatório ter revelado que a taxa de desemprego se situa no nível mais baixo dos últimos 26 anos. A operadora Vodafone, que controla 51% da Telecel Vodafone [TLE], perdeu 3,02% para as 13,65 libras (21,56 euros ou 4.322 escudos). A farmacêutica Glaxosmithkline desvalorizou 1,9% para as 19,10 libras (30,17 euros ou 6.049 escudos).

Em Amsterdão, o AEX retrocedeu 1% para os 532,70 pontos, arrastado pelo sector bancário. A seguradora Aegon fechou nos 34,59 euros (6.935 escudos), a valer menos 1,9%, enquanto o banco ING desvalorizou 1,7% para os 36,42 euros (7.302 escudos).

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