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Altri e Cofina disparam mas não impedem queda da bolsa

As subidas acentuadas da Altri (10%) e da Cofina (5,5%) não eram suficientes para impedir a queda da bolsa nacional, que acumula perdas pela quarta sessão consecutiva. O PSI-20 recuava 0,13% numa altura em que títulos como a Brisa e a EDP desvalorizavam.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 28 de Abril de 2006 às 13:04
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As subidas acentuadas da Altri (10%) e da Cofina (5,5%) não eram suficientes para impedir a queda da bolsa nacional, que acumula perdas pela quarta sessão consecutiva. O PSI-20 recuava 0,13% numa altura em que títulos como a Brisa e a EDP desvalorizavam.

O principal índice nacional [psi20] recuava para os 10.077,30 pontos, com 10 acções em queda, cinco a subir e cinco inalteradas. O PSI-20 está assim a perder pelo quarto dia e a acumular uma descia semanal de 1,85%.

A Altri [altr] disparava 10% para os 4,29 euros, depois de ter tocado nos 4,30 euros o que representa o valor mais elevado desde que as acções cotam em bolsa (Março de 2005). A empresa está a beneficiar de uma revisão em alta do preço-alvo por parte da UBS. A casa de investimento elevou para 4,75 euros o «target» da Altri, o que compara com os 4,0 euros anteriores. A recomendação manteve-se em «comprar».

Na próxima semana, por cada acção detida, os accionistas vão receber outra, com a cotação a ajustar-se para metade. Apesar de ser a décima primeira cotada mais líquida da bolsa, a empresa quer aumentar ainda mais o volume de negócios.

A Cofina [cofi] por seu lado subia 5,57% para os 3,98 euros a beneficiar dos resultados trimestrais apresentados ontem. A empresa liderada por Paulo Fernandes anunciou que os lucros do primeiro trimestre duplicaram para 2,06 milhões de euros.

Estas subidas não são suficientes para impulsionar a bolsa nacional, numa altura em que a Brisa [brisa] caía 1,18% para os 8,37 euros, no dia em que apresenta os resultados referentes ao primeiro trimestre. Os analistas consultados pela Reuters estimam que a concessionária de auto-estradas anuncie uma queda de lucros para 33,4 milhões de euros.

A Energias de Portugal (EDP) [edp] também pressionava o principal índice nacional ao ceder 0,32% para os 3,14 euros.

A Sonaecom [snc], que também apresenta os resultados do primeiro trimestre hoje – os analistas esperam prejuízos - após o fecho da sessão, recuava 0,24% para os 4,24 euros. A Sonae SGPS [son] seguia estável nos 1,36 euros.

Já o grupo PT, negociava com a PT Multimédia [ptm] a subir 0,73% para os 9,69 euros e a Portugal Telecom (PT) [ptc] cotava nos 10,07 euros, sem variação.

O Banco BPI [bpin] contrariava igualmente a tendência de descida, ao somar 0,34% para os 5,97 euros, enquanto o Banco Espírito Santo (BES) [besnn] cedia para os 11,57 euros, depois de ontem ter ajustado o valor das acções ao dividendo e ao aumento de capital. O Banco Comercial Português (BCP) [bcp] seguia estável nos 2,42 euros.

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