Bolsa Ao quinto dia, Lisboa respira no "verde" com apoio do grupo EDP

Ao quinto dia, Lisboa respira no "verde" com apoio do grupo EDP

Depois de quatro sessões consecutivas a registar quedas, a bolsa nacional terminou a sessão de hoje a valorizar cerca de 1%, impulsionada pelo grupo EDP. Lá fora, o Stoxx 600 registou um máximo histórico.
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Gonçalo Almeida 24 de janeiro de 2020 às 16:48
A bolsa nacional terminou a sessão desta sexta-feira, dia 24 de janeiro, a negociar em território positivo, ao valorizar 0,99% para os 5.286,48 pontos.

Com 13 cotadas a negociar em alta, quatro a fechar o dia no "vermelho" e uma inalterada, o índice PSI-20 interrompeu um ciclo de quatro sessões consecutivas em queda. 

Lá fora, as ações europeias renovaram máximos históricos e afastaram os receios com a pneumonia viral chinesa. A situação não está ainda controlada e o número de infetados continua a aumentar, mas a Organização Mundial de Saúde disse que não iria ativar o plano de emergência global, colocando alguma "água na fervura". 

A dar algum alento aos investidores está também a divulgação dos dados do PMI de hoje, que mostrou que os setores da indústria e dos serviços na Europa deram sinais de recuperação.

Por cá, o grupo EDP foi o principal catalisador da subida do índice PSI-20, com a casa-mãe EDP a valorizar 2,16% para os 4,303 euros por ação, continuando a tocar em máximos de 2008. Hoje, a empresa liderada por António Mexia chegou mesmo a liderar todo o setor de "utilities" na Europa.

Também a EDP Renováveis terminou a semana com um ganho de 1,24% para os 11,40 euros por ação, o que significa que continua a renovar máximos históricos. 

Ainda em terreno positivo esteve a Altri, que registou a maior subida diária desde agosto de 2019 (+3,22%) e o BCP, que subiu 0,11% para os 18,96 cêntimos por ação. 

A petrolífera Galp valorizou 0,11% para os 14,115 euros por ação, num dia em que Kepler Cheuvreux, AlphaValue e Caixa Banco de Investimento emitiram notas de research sobre a Galp, que vão em sentidos opostos. As duas primeiras estão mais pessimistas enquanto a terceira reforça a perspetiva positiva para a evolução da cotada.

Em contraciclo está a Nos, que chegou a perder 5,5% na sessão desta sexta-feira, após a demissão de três administradores ligados ao caso Luanda Leaks e no mesmo dia em que o Barclays reviu em baixa o preço-alvo.

Fora do PSI-20, destaque para as ações do Sporting que afundaram 18,37% para os 80 cêntimos, corrigindo de fortes ganhos obtidos nas últimas sessões. 



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