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Apple a 20% de valer dois biliões de dólares

A Apple voltou a ser uma das estrelas na sessão de hoje em Wall Street, na semana em que decorre a sua Conferência Mundial de Programadores (WorldWide Developers Conference – WWDC).

iPhone 11, Apple
EPA
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 23 de Junho de 2020 às 21:23
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A Apple continuou esta terça-feira a capitalizar as novidades anunciadas ontem e encerrou a sessão em Wall Street – está cotada nos três principais índices [S&P 500, Dow Jones e Nasdaq] a subir 2,13% para 366,53 dólares.

 

A empresa da maçã anunciou ontem uma remodelação do ecrã principal dos iPhones, um upgrade nos seus iPods, novidades no Mac, no Siri, na Apple Library e no Apple Watch, entre outras funcionalidades e arquitecturas.

 

Com a valorização de hoje, a Apple está a apenas 20% de valer dois biliões de dólares, destaca a CNN Business.

 

Pelo menos sete analistas reviram em alta os seus preços-alvo para a tecnológica liderada por Tim Cook depois da apresentação das novidades de ontem na WWDC. Alguns colocam mesmo o price-target nos 400 dólares por ação (cerca de 10% acima do atual valor).

 

Hoje, a cotada elevou para perto de 25% a sua valorização no acumulado do ano, e a sua capitalização bolsista rondou os 1,6 biliões de dólares. É neste momento a empresa mais valiosa dos EUA e a segunda melhor cotada do Dow Jones em 2020 (apenas com a rival Microsoft à frente, que sobe 30% desde o início do ano e que vale neste momento cerca de 1,5 biliões de dólares).

 

Se as ações da Apple subirem mais 20%, a empresa atingirá um valor de mercado de dois biliões de dólares. Para lá chegar, o número mágico a que precisa de negociar é 461,89 dólares, sublinha a CNN.

 

Foi a 2 de agosto de 2018 que a Apple se tornou uma "trillion-dollar baby", com a sua capitalização bolsista a ser escrita com 13 dígitos.

 

"Trillion-dollar baby" – é assim mesmo que muitos meios especializados se referiam à empresa norte-americana que viesse a valer um bilião (1.000.000.000.000) de dólares em bolsa. A nível mundial, a PetroChina já lá tinha chegado a 6 de Novembro de 2007 [altura em que o petróleo estava a subir fortemente, tendo chegado em Julho de 2008 a máximos históricos ao superar os 147 dólares por barril em Londres e Nova Iorque], mas nos EUA nunca uma cotada tinha atingido esse valor de mercado.

 

Depois da Apple, mais empresas de seguiram e a 4 de janeiro deste ano a Amazon tornou-se a quarta cotada norte-americana – e todas elas tecnológicas – a fechar na casa do bilião de dólares de capitalização bolsista. Juntou-se assim à Apple, à Microsoft e à Alphabet.

 

A Alphabet, que é a casa-mãe da Google, entrou neste clube de elite pela primeira vez em dezembro de 2019, estando agora fora dele por pouco – a valer em torno de 999 mil milhões.

 

A Microsoft, por seu lado, vale 1,5 biliões de dólares, e a Amazon ronda os 1,38 biliões.

 

A nível mundial, a lista das "trillion-dollar babies" inclui também a petrolífera estatal saudita Saudi Aramco – cujo "market cap" é de 1,75 biliões de dólares.

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