Bolsa Auditor fixa em 2,48 cêntimos preço da contrapartida mínima pela Compta

Auditor fixa em 2,48 cêntimos preço da contrapartida mínima pela Compta

A CMVM informou esta terça-feira sobre o preço definido pelo auditor independente como contrapartida mínima que a Broadloop deve oferecer aos acionistas da Compta: 2,48 cêntimos.
Auditor fixa em 2,48 cêntimos preço da contrapartida mínima pela Compta
Inês Gomes Lourenço
Negócios 05 de novembro de 2019 às 20:04

A Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários (CMVM) informou esta terça-feira, em comunicado, que já foi fixado pelo auditor independente o preço da contrapartida mínima a oferecer aos aconistas da Compta.

 

"A CMVM informa que, em consequência da nomeação de um auditor independente para fixação da contrapartida mínima a oferecer no âmbito do procedimento de perda de qualidade de sociedade aberta da Compta – Equipamentos e Serviços de Informática, conforme anteriormente divulgado", já recebeu esse relatório.

 

Nesse documento, o auditor refere que "determinámos como contrapartida mínima a pagar pela Broadloop – Investments, S.A. 2,48 cêntimos de euro (…)".

 

Assim, "deverá ser esse o montante a oferecer pela Broadloop – Investments, S.A. aos acionistas que não votaram favoravelmente a perda de qualidade de sociedade aberta da Compta", sublinha a reguladora do mercado de capitais.

 

"Mais se informa que o procedimento relativo ao pedido de perda da qualidade de sociedade aberta não se encontra ainda concluído, o que apenas sucederá com a decisão favorável da CMVM", remata o comunicado.

 

No passado dia 26 de julho os acionistas da Compta aprovaram "por unanimidade" a perda da qualidade de sociedade aberta da empresa. Aprovaram, assim, "atribuir ao conselho de administração mandato para praticar os atos e satisfazer as formalidades que se mostrem necessários à concretização, em termos válidos e plenamente eficazes, da deliberação a que se refere o número anterior".


A Compta, cujo CEO é Armindo Monteiro (na foto), já tinha informado sobre a intenção de sair de bolsa, tendo sido então decidido pela CMVM que seria um auditor independente a determinar o preço mínimo a oferecer aos acionistas minoritários da Compta, no âmbito da saída da tecnológica da bolsa portuguesa.




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