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Banca cai mais de 2% e arrasta bolsa para a sexta queda consecutiva

A bolsa nacional encerrou em queda, pelo sexto dia consecutivo, num dia em que o sector bancário desceu mais de 2%. O PSI-20 caiu 0,39%, numa sessão em que as bolsas europeias fecharam mistas.

Negócios negocios@negocios.pt 27 de Outubro de 2009 às 16:41
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A bolsa nacional encerrou em queda, pelo sexto dia consecutivo, num dia em que o sector bancário desceu mais de 2%. O PSI-20 caiu 0,39%, numa sessão em que as bolsas europeias fecharam mistas.

O PSI-20 caiu para 8.486,06 pontos, com 14 acções em queda e seis em alta. Os principais índices bolsistas europeus fecharam a sessão mistos, com a banca a ser o sector que mais pressionou por toda a Europa.

E a banca nacional não foi excepção. No dia em que serão conhecidos os números dos primeiros nove meses do ano do BES, o sector bancário perdeu mais de 2%, arrastado por receios que se espalharam por todo o mundo: necessidades de novos aumentos de capital neste segmento.

O BES perdeu 2,21% para 5,085 euros, o BCP caiu 2,50% para 0,975 euros e o BPI desvalorizou 1,94% para 2,325 euros. Fora do PSI-20, o Banif recuou 2,96% para 1,31 euros, no dia em que o “Valor Económico” noticiou que o banco liderado por Horácio Roque está a ponderar vender a unidade de corretagem no Brasil por 150 milhões de reais.

A travar maiores perdas esteve a Portugal Telecom, ao subir 1,56% para 7,82 euros, depois de ontem ter colocado no mercado 750 milhões de euros em obrigações. No restante sector das telecomunicações a tendência foi oposta, com a Sonaecom a recuar 1,58% para 1,998 euros e a Zon a desvalorizar 1,78% para 4,41 euros.

A Jerónimo Martins também travou as perdas ao subir 1,91% para 5,984 euros, no dia em que foi alvo de uma nota de análise por parte do JPMorgan, onde a casa de investimento aponta três razões para “comprar” acções da retalhista nacional. O JPMorgan reviu em alta o preço-alvo de 5,50 euros para 7,00 euros.

A Portucel e a Semapa, que também apresentam esta tarde os resultados dos primeiros nove meses do ano, fecharam a cair 2,00% para 1,96 euros e 2,26% para 7,79 euros, respectivamente.

Hoje, a Impresa, que não negoceia no PSI-20, também apresenta os números do terceiro trimestre. As acções da empresa de media caíram 0,75% para 1,33 euros.

No sector da energia, a EDP subiu 0,66% para 3,07 euros e a EDP Renováveis avançou 0,86% para 6,816 euros. Já a Galp Energia recuou 0,04% para 12,00 euros.

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