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Banca e EDP pressionam Euronext Lisbon; PSI-20 cede 0,35% (act)

A bolsa portuguesa fechou em queda, em contra ciclo com as principais praças europeias. O recuo da EDP e a quebra dos principais títulos de banca tiveram um impacto superior aos ganhos da Portugal Telecom. O PSI-20 recuou 0,35%.

Diogo Simão ds@mediafin.pt 17 de Junho de 2003 às 17:24
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A bolsa portuguesa fechou em queda, em contra ciclo com as principais praças europeias. O recuo da EDP e a quebra dos principais títulos de banca tiveram um impacto superior aos ganhos da Portugal Telecom. O PSI-20 recuou 0,35%.

O PSI20 [PSI20] cotava, no fecho, nos 5.884,50 pontos, com duas acções inalteradas, nove a desvalorizar e as restantes nove em subida.

A Electricidade de Portugal (EDP) liderou o contributo negativo ao recuar 1,05% para 1,88 euros. A companhia eléctrica era penalizada depois de ontem a Unión Fenosa ter anunciado a alienação de activos à Enel no valor de 326,5 milhões de euros.

Segundo o BPI, a aproximação entre as duas companhias limita a especulação em torno de uma possível aliança entre a EDP e a Fenosa. Entretanto, o Banif Investimento reiterou a recomendação de compra e o «price target» de 2,14 euros para a empresa liderada por João Talone.

Os bancos portugueses fecharam a desvalorizar, «com os investidores a realizarem mais valias», referiu Vasco Baliza da Ok2deal. O Banco Comercial Português desvalorizou 0,66% para 1,51 euros, apesar da revisão em alta da recomendação pela JP Morgan, de «underweight» para «neutral».

As acções do Banco BPI e do Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] também seguiram a mesma tendência, apesar do comportamento positivo do sector a nível europeu. O banco liderado por Artur Santos Silva recuou 0,76% para 2,60 euros enquanto a instituição de Ricardo Salgado quebrou 1,01% para 12,73 euros.

A Brisa [BRISA], que representa mais de 10% do principal índice português, fechou com uma queda de 0,21% para 4,82 euros.

A Portugal Telecom foi incapaz de suster a quebra da Euronext Lisbon, apesar do ganho de 0,62% para 6,52 euros. Os investidores aguardam a divulgação da política de distribuição de dividendos para o exercício de 2003, a qual poderá ser levada a cabo no dia 24 de Junho, durante o «Dia do Investidor». As estimativas de consenso apontam para um aumento do dividendo em cerca de três cêntimos, para 0,19 euros.

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