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Banca e PT impulsionam PSI-20

A bolsa nacional encerrou a negociar em terreno positivo, acompanhando a tendência das principais pares europeias. PT e BCP foram as cotadas que mais impulsionaram a praça lisboeta.

Rita Dias Baltazar rbaltazar@negocios.pt 05 de Fevereiro de 2013 às 16:46
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O PSI-20, principal índice bolsista português, encerrou a sessão desta terça-feira a somar 0,60% para 6.172,93 pontos, com 12 títulos em alta, oito em queda e um inalterado.

 

Na Europa a banca foi o sector que mais impulsionou o STOXX 600, índice bolsista de referência europeu, que ganhou 0,50% para 285,33 pontos. Espanha, Grécia e Itália  registaram ganhos de mais de 1%. Os índices bolsitas europeus recuperaram da maior queda em mais de três meses, a beneficiar da apresentação de resultados de empresas como a Munich Re e a BP.

 

A PT foi a cotada que mais contribuiu para o desempenho positivo da bolsa nacional ao somar 1,79% para 4,158 euros. Também as operadoras Zon e Sonaecom seguiram a tendência e encerraram a sessão a ganhar 0,84% e 0,27% para 3,23 euros e 1,464 euros, respectivamente.

 

Na banca, o destaque vai para o BCP que acelerou 7,07% para 0,106 euros por acção. A contribuir para esta subida das acções está a notícia do jornal grego Naftemporiki, que revela que o Piraeus Bank está em negociações com o BCP para comprar o Millennium Bank. A Bloomberg adianta que esta operação vai reduzir as necessidades de recapitalização do Piraeus para 250 milhões de euros.

 

Já o BPI somou 2,80% para 1,285 euros. A casa de investimento CaixaBI divulgou, hoje, uma nota de análise em que revê o preço-alvo da cotada para os 1,25 euros (antes 1,05 euros), ainda assim abaixo da cotação actual. A recomendação dos analistas é de “manter"O BPI tem beneficiado nos últimos dias de notas de research, onde os analistas aumentaram os preços-alvo para o banco liderado por Fernando Ulrich.

 

Ainda na banca, o BES terminou a sessão a valorizar 0,58% para 1,035 euros, no mesmo dia em que apresenta resultados. A negociar em terreno negativo, neste sector, encerraram o ESFG ao perder 0,94% para 5,25 euros e o Banif a recuar 0,71% para 0,139 euros.

 

A dona do Pingo Doce, Jerónimo Martins, cedeu esta terça-feira 2,18% para 15,70 euros. O Barclays reviu em baixa a recomendação da retalhista, numa nota de “research” divulgada hoje. A casa de investimento considera que apesar de “bem gerida”, a empresa “já mais que reflecte a sua avaliação”. Apesar disto o preço-alvo do título aumentou de 12,50 para 13,50, ainda assim abaixo do valor actual, segundo a mesma nota de análise. Na concorrência, a Sonae, somou 2,51% para 0,735 euros.

 

O sector da energia terminou a sessão com a EDP Renováveis a ganhar 2,33% para 3,95 euros e a EDP a somar 0,63% para 2,38 euros. Já a petrolífera Galp Energia terminou inalterada nos 12,00 euros.

Nesta sessão, a bolsa nacional beneficiou também de notas publicadas pelas agências de “rating”. A S&P considerou, numa nota divulgada na segunda-feira, que Portugal pode voltar a crescer mais cedo.

 

 

 

 

 

(Notícia actualizada às 17h10. Notícia actualizada novamente às 17h22.)

 

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