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Banca em alta e telecomunicações em baixa trazem oscilações ao PSI-20

A bolsa nacional está a ganhar muito ligeiramente, depois de ter fechado com avanços muito ligeiros nas duas sessões anteriores. A PT cai 2% e corrige do avanço de ontem. A banca ganha mais de 1%.

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Depois de um arranque positivo, a bolsa nacional resvalou para terreno negativo, pressionada sobretudo pela Portugal Telecom. Contudo, já voltou a negociar em alta, com a força da banca portuguesa. Mas as oscilações entre ganhos e perdas têm marcado os últimos momentos de negociação da bolsa nacional.

 

O índice de referência nacional soma 0,07% para 6.940,51 pontos, depois de duas sessões a fechar com valorizações muito ligeiras. Na Europa, o dia também está a ser de descidas muito ligeiras, embora o índice geral Stoxx Europe 600 permaneça próximo do recorde de seis anos que renovou nas últimas semanas. A impedir ganhos nas praças europeias estão os resultados da Vodafone, que verificaram uma quebra.

 

Em Lisboa, é o sector das telecomunicações que está a pressionar a negociação e a impedir uma maior subida. A Portugal Telecom, depois de ontem ter ganho mais de 4%, intensificou a queda e está a perder 2,06% para os 2,758 euros por acção.

 

A Zon Optimus também está a cair 1,42% para os 4,725 euros. Neste caso, o desconto de dividendo de 12 cêntimos é o responsável da tendência negativa, já que, caso não houvesse tal ajuste, os títulos estariam a subir 1,1%.

 

Banca em alta

 

Num dia em que as taxas de juro associadas à dívida portuguesa estão a subir, reflectindo os receios com a instabilidade política na Grécia, a banca consegue subir. O Banco Comercial Português soma 1,22% para 17,45 cêntimos ao passo que o BPI está a ganhar 1,19% para 1,621 euros.

 

O Banco Espírito Santo, que está a dias de iniciar o aumento de capital superior a mil milhões de euros, negoceia nos 1,016 euros com um avanço de 1,40%. O ESFG, "holding" que deixou de controlar o banco através da parceria com o Crédit Agricole e tem agora uma participação directa de 27,5%, está a disparar 4,40% para 2,73 euros.

 

A subida da banca ocorre num momento em que a Lusa avança já haver uma solução para o problema dos impostos diferidos, essencial para o sector financeiro, já que determinará os seus capitais.

 

Em pleno aumento de capital, cujos prós e contras são analisados pelo Negócios na edição desta terça-feira, o Banif está inalterado nos 1,02 cêntimos por acção.

 

Entre as grandes empresas portuguesas, a EDP soma 0,26% para 3,416 euros, ao passo que a Renováveis segue nos 4,984 euros com um avanço de 0,56%. A Galp Energia ganha uns ligeiros 0,12% para 12,775 euros.


A Jerónimo Martins perde 0,97% para 12,775 euros ao passo que a Sonae soma 0,41% para 1,225 euros.

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