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Banca pressiona abertura da bolsa nacional

A bolsa nacional abriu a desvalorizar, em linha com as congéneres europeias, pressionada essencialmente pela banca. O PSI-20 deslizava 0,09% numa sessão em que a Jerónimo Martins travava maiores perdas com um ganho superior a 1%.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 15 de Outubro de 2007 às 08:13
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A bolsa nacional abriu a desvalorizar, em linha com as congéneres europeias, pressionada essencialmente pela banca. O PSI-20 deslizava 0,09% numa sessão em que a Jerónimo Martins travava maiores perdas com um ganho superior a 1%.

O principal índice da bolsa nacional cotava nos 12.803,72 pontos com sete acções em queda, sete a subir e seis inalteradas.

O Banco BPI [bpin] perdia 0,96% para os 6,21 euros enquanto o Banco Comercial Português [bcp] deslizava 0,31% para os 3,20 euros. O Banco Espírito Santo [besnn] seguia estável nos 16,67 euros.

A Energias de Portugal [edp] também contribuía para a tendência, com uma desvalorização de 0,24% para os 4,24 euros, bem como a PT Multimédia [ptm] que escorregava 0,95% para os 10,40 euros. Esta semana, a "nova" PTM apresenta-se ao mercado como uma empresa autónoma. Pública as contas do terceiro trimestre e parte em "road show" já com os detalhes do "spin off" definidos.

Até agora, a maior operadora de telecomunicações do país controla 58,43% das acções da PTM e será esta a tranche que será distribuída aos seus accionistas, que também passarão a ser donos da empresa que controla a TV Cabo.

Com esta operação, a PT deixa de ser accionista e a PTM passa a operar como uma empresa autónoma e com uma nova administração, agora liderada por Rodrigo Costa.

A Portugal Telecom [ptc] mantém a tendência da sessão anterior e sobe 0,10% para os 10,36 euros. Na sessão de sexta-feira a operadora de telecomunicações portuguesa disparou ais de 3% para máximos de finais de Junho a beneficiar da aproximação do "spin-off" da sua participada.

Do lado dos ganhos de sublinhar ainda a Jerónimo Martins [jmar], que aprecia 1,02% para os 4,97 euros e a Galp Energia [galp pl] que avança 0,26% para os 11,50 euros.

A contribuir para o ganho das acções da JM está o facto da Ahold ter anunciado quinta-feira a venda de mais uma unidade nos EUA. Os analistas do BPI acreditam que a empresa portuguesa vai conseguir ficar com a participação que a Ahold detém na Jerónimo Martins Retalho (49%).

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