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Banca recupera e leva bolsa a subir pela primeira vez em cinco dias

A bolsa nacional está a recuperar esta sessão das quedas dos últimos quatro dias. A banca é o sector que mais contribui para a evolução do índice, depois de ontem ter registado quedas superiores a 4%.

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Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 21 de Agosto de 2013 às 09:14
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O PSI-20 sobe 0,71% para 5.900,70 pontos, com 17 acções a subir e três a cair. Entre as principais praças europeias a tendência não é definida, com alguns índices a cair e outros a subir, num dia em que os investidores aguardam pela divulgação das minutas da última reunião da Reserva Federal (Fed) para tentarem perceber qual será a decisão da autoridade americana sobre a injecção de estímulos à maior economia do mundo.

 

Em causa está o programa de compra de obrigações, actualmente em 85 mil milhões de dólares por mês. A maioria dos economistas consultados pela Bloomberg acredita que a Fed vai reduzir este programa já na reunião de Setembro.

 

A condicionar a negociação na Europa estão as declarações de ontem do ministro das Finanças alemão sobre um terceiro programa de ajuda financeira à Grécia. “Haverá, mais uma vez, um programa de ajuda à Grécia”. O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, afirmou pela primeira vez – e sem deixar margem para dúvidas – que a Grécia vai precisar de um terceiro pacote de ajuda para garantir a sustentabilidade da sua dívida pública.

 

Na bolsa nacional, à semelhança dos últimos dias, o destaque é a banca, que segue esta quarta-feira a recuperar das quedas acentuadas dos últimos dias. Só na sessão de ontem, os principais títulos bancários recuaram mais de 4%.

 

O BCP está hoje a subir 2,02% para 0,101 euros, o BES está a avançar 1,53% para 0,861 euros, o BPI ganha 0,82% para 0,983 euros, o Banif cresce 9,09% para 0,12 euros e o ESFG avança 0,21% para 5,26 euros.

 

A sessão desta quarta-feira será marcada ainda pela emissão de dívida de Portugal. O IGCP realiza hoje um leilão de dívida, aproveitando o regresso dos emitentes ao mercado. O Tesouro pretende colocar bilhetes do Tesouro a três e 12 meses, para angariar entre 750 milhões a mil milhões de euros. Apesar de ser um mês mais parado, com muitos investidores ainda de férias, o custo deverá baixar na emissão com prazo mais longo.

 

A Jerónimo Martins também contribui para a subida do índice ao ganhar 0,92% para 15,34 euros, uma tendência que está a ser acompanhada pela principal rival, a Sonae SGPS, que cresce 0,48% para 0,846 euros.

 

Do lado oposto seguem apenas três cotadas: REN, com uma queda de 0,82% para 2,185 euros, Portucel, a perder 0,45% para 2,649 euros, e a Zon, que recua 0,07% para 4,239 euros.

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