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Bancos voltam às fortes quedas em Lisboa

A bolsa portuguesa inverteu a tendência positiva do início da sessão e segue agora a perder perto de 1%, pressionada sobretudo pela evolução dos bancos, que voltam a registar quedas acentuadas, depois de já ontem terem perdido terreno.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 27 de Outubro de 2009 às 09:46
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A bolsa portuguesa inverteu a tendência positiva do início da sessão e segue agora a perder perto de 1%, pressionada sobretudo pela evolução dos bancos, que voltam a registar quedas acentuadas, depois de já ontem terem perdido terreno.

O PSI-20 desce 0,68% para 8.461,64 pontos, com 16 cotadas em baixa e quatro em alta. Ontem o PSI-20 fechou a cair mais de 1%, também pressionado pelo sector da banca.

“Não é só Portugal” que a banca está em queda, comentou um operador contactado pelo Negócios, acrescentando que “pode haver aqui alguma correcção, alguma tomada de mais-valias”. “Este é também um dos sectores que mais subiu. Os resultados foram bons por isso não há muita razão para estar nestes níveis”, acrescentou. Com o sector na Europa a desvalorizar 1,86%, o Banco Comercial Português (BCP) é o mais castigado, com uma queda de 3,70% para 0,963 euros. O BPI desce 2,78% para 2,305 euros e o Banco Espírito Santo (BES), no dia em que apresenta resultados, cede 1,54% para 5,12 euros.

Os analistas consultados pela Reuters estimam que o banco liderado por Ricardo Salgado apresente esta tarde uma subida de 30% nos lucros para 92 milhões de euros, entre Julho e Setembro deste ano, contra 70,6 milhões de euros no mesmo período de 2008.

Também a pressionar a bolsa, a Sonae SGPS cede 2,86% para 0,884 euros. A Sonaecom cai 1,48% para 2 euros e a Zon cede 1,09% para 4,441 euros, no dia em que Joe berardo volta a defender o racional de uma fusão entre as duas empresas.

O investidor, em entrevista à Bloomberg, referiu também que já não é accionista da Portugal Telecom e que está interessado em investir na Impresa. A operadora, que ontem realizou uma emissão obrigacionista de 750 milhões de euros, sobe 0,66% 7,751 euros e a empresa de media desce 1,49% para 1,32 euros.

O sector da construção está também em queda, com a Mota-Engil a descer 1,67% para 4,13 euros, a Semapa a cair 1,79% para 7,827 euros, a Teixeira Duarte a descer 1,99% para 1,086 euros e a Soares da Costa a ceder 4,72% para 1,21 euros.

Além do BES, a Semapa, Portucel e a Impresa também devem apresentar esta tarde os resultados do terceiro trimestre.

O maior destaque pela positiva na sessão de hoje vai para a Jerónimo Martins, que soma 3,63% para 6,085 euros, depois do JPMorgan ter elevado o preço-alvo da empresa para 7 euros.

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