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BCP volta a disparar e já sobe mais de 20% esta semana

As ações do banco liderado por Miguel Maya sobem pela terceira sessão consecutiva, mantendo-se em máximos de 13 de março deste ano quase nos 12 cêntimos. Esta semana acumula um ganho de 21%.

Lusa
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 03 de Junho de 2020 às 12:16
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As ações do BCP valorizaram 7,96% para os 11,94 euros por ação a meio da sessão desta quarta-feira, mantendo-se assim em máximos de 13 de março deste ano, em linha com o sentimento geral do setor da banca na Europa. Assim, a cotada acumula uma valorização de 21% entre segunda-feira e hoje. 

Ontem, o título disparou mais de 10% em bolsa, o que tinha possibilitado ao banco liderado por Miguel Maya subir a máximos de cerca de dois meses e meio. 

A liquidez desta semana está a ser bastante superior ao normal, com uma média diária superior a 95 milhões de ações transacionadas nestes três dias, que compara com a média dos últimos seis meses fixada nos quase 60 milhões de ações. Só hoje, até às 11:30 horas de Lisboa, tinham sido negociados mais de 82 milhões de títulos. 

Lá fora, no resto da Europa, o cenário registado é idêntico, com o setor da banca a destacar-se dos demais ao liderar os ganhos com uma subida de 3,22%. O BCP é um dos bancos europeus que mais sobe no dia de hoje, numa lista liderada pelo espanhol Banco de Sabadell (+9,12%). 

Em termos de análise técnica, o BCP tem 13 bancos de investimento a cobrirem as suas ações. Seis deles aconselham "Comprar" títulos do banco português, seis recomendam "Manter" e apenas um diz que o melhor é "Vender" as ações do banco, caso as detenha.

O preço-alvo médio fixado por todas essas casas de investimento situa-se nos 18 cêntimos por ação, ainda com uma margem de crescimento de mais de 6 cêntimos, face à cotação atual. 

Ainda assim, ontem o Bank Millennium, braço polaco que é detido maioritariamente pelo Banco Comercial Português (BCP), anunciou que a decisão do banco central da Polónia de baixar as taxas de juro vai ter um impacto de até 90 milhões de zlotis (20 milhões de euros) na margem financeira da instituição. 

As estimativas do banco polaco apontam para uma quebra na margem financeira de, no mínimo, 85 milhões de zlotis, ou seja, 19,38 milhões de euros.

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