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BCP arrasta Bolsa nacional; PSI20 perde 0,86%

A Bolsa de Valores de Lisboa e Porto (BVLP) seguia a desvalorizar, acompanhando congéneres europeias, com o Banco Comercial Português a liderar as perdas. O PSI20 recuava 0,86% e o PSI30 cedia 0,79%.

Duarte Costa 09 de Janeiro de 2002 às 12:34
A Bolsa de Valores de Lisboa e Porto (BVLP) seguia a desvalorizar, acompanhando congéneres europeias, com o Banco Comercial Português a liderar as perdas. O PSI20 recuava 0,86% e o PSI30 cedia 0,79%.

O PSI20 [PSI20] perdia para os 7.70,09 pontos, com onze empresas a recuarem, cinco a ganharem e quatro inalteradas, enquanto o PSI30 marcava nos 3.726 pontos.

«A sessão de hoje está relativamente parada, com o volume de negócios a ascender aos 38 milhões de euros», afirmou um operador ao Negocios.pt.

O BCP [BCP] quebrava 2,76% para os 4,23 euros, o grupo financeiro liderado por Jardim Gonçalves «continua a ser penalizado, pela instabilidade criada com a saída de elementos do Conselho de Administração e a revisão em baixa dos lucros por acção para o exercício de 2001», explicou o mesmo operador, adiantando, que esta «instabilidade deverá continuar até à divulgação dos resultados anuais, que deverá ocorrer a 22 de Janeiro».

O maior banco privado português anunciou ontem que o resultado líquido por acção (EPS) do banco em 2001 vai ser inferior ao registado em 2000, devido a uma reclassificação contabilística dos encargos estimados com o encerramento de sucursais e redução de pessoal.

A Goldman Sachs disse hoje que manteve a recomendação de «market perform» para os títulos do banco liderado por Jardim Gonçalves, pois o BCP permanece «um excelente banco de retalho com uma óptima equipa de gestão».

A Portugal Telecom [PLTM] avançava 0,11% para os 9,12 euros, estando «a registar alguma recuperação, depois das perdas das últimas sessões», afirmou o mesmo operador. A operadora desvalorizou nas últimas duas sessões 3,09%.

A PT Multimédia [PTM] cedia 0,49% para os 8,06 euros, enquanto a Sonae.com [SNC] perdia 0,61% para os 3,27 euros.

A Vodafone Telecel estava a ganhar 0,21% para os 9,45 euros, depois da UBS Warburg ter aumentado o preço-alvo das acções da operadora móvel para 11,3 euros, elevando a recomendação de «manter» para «comprar».

A Sonae SGPS [SON] cotava inalterada nos 0,88 euros e a Modelo Continente [MCON] negociava nos 1,78 euros, não registando qualquer alteração, enquanto a Jerónimo Martins [JMAR] desvalorizava 0,56% para os 8,95 euros.

Na Bolsa de Madrid, o IBEX [IBEX] quebrava 1,77% para os 8.042,10 pontos, com a Telefónica a ceder 1,56% para os 14,32 euros e o Santander Central Hispano resvalava 2,78% para os 9,08 euros.

O DAX [DAX], de Frankfurt, avançava 0,02% para os 5.237,52 pontos, com a Siemens a subir 0,46% para os 77,05 euros.

Em Londres, o FTSE [UKX] recuava 0,63% para os 5.217,10 pontos. O maior operador mundial de telecomunicações, a Vodafone, perdia 1,68% para as 1,75 libras (2,83 euros).

Na Bolsa de Paris, o CAC [CAC] desvalorizava 0,28% para os 4.555,43 pontos, com a Alcatel a perder 2,08% para os 19,73 euros.

O principal índice da Bolsa de Amesterdão, o AEX, avançava 0,08% para os 494,68 pontos, com a Philips Electronics a crescer 3,42% para os 34,80 euros.

O MIBTEL [MIBTEL], de Milão, recuava 0,40% para os 22.897 pontos, com a Telecom Italia desvalorizava 1,24% para os 6,28 euros.

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