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BCP e BPI arrastam Euronext Lisbon; PSI20 cede 0,63%

A Bolsa nacional continuava a negociar em queda pressionada pela desvalorização das acções do Banco Comercial Português e BPI, levando o PSI20 a ceder 0,63%. A PT caía 0,54%, a recuperar do novo mínimo anual e a Impresa afundava mais de 5%.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 13 de Maio de 2002 às 12:03
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A Bolsa nacional continuava a negociar em queda pressionada pela desvalorização das acções do Banco Comercial Português (BCP) e BPI, levando o PSI20 a ceder 0,63%. A Portugal Telecom (PT) caía 0,54%, a recuperar do novo mínimo anual e a Impresa afundava mais de 5%.

O PSI20 [PSI20] marcava 7.228,77 pontos com 13 acções em queda, três inalteradas e quatro a subirem, «numa sessão calma e pautada pela fraca liquidez, numa altura em que se negociaram apenas 17 milhões de euros», comentou um operador da L.J.Carregosa.

Nos restantes mercados europeus, apenas Frankfurt e Madrid negociavam com ganhos, numa altura em que o IBEX35 [IBEX] somava 0,32%, impulsionado pela valorização de 1,3% das acções da Telefónica Móviles, após esta anunciado um crescimento de 85% nos lucros referentes ao primeiro trimestre.

Segundo o operador, «uma abertura em alta em nos mercados norte-americanos, e dada a fraca liquidez no nosso mercado, poderá propiciar uma inversão de tendência na praça nacional».

Os futuros sobre o Nasdaq acumulavam um ganho de 0,84%, depois de na sexta-feira o índice essencialmente tecnológico ter registado uma quebra superior a 3%. Os futuros sobre o S&P500 avançavam 0,34% indiciando igualmente uma abertura com ganhos para o índice industrial Dow Jones.

«As instituições ligadas ao sector financeiro, aliadas a queda da Portugal Telecom, eram as que mais penalizavam o índice», numa altura em que o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] cedia 1,32% a marcar 3,73 euros, enquanto o Banco espírito Santo (BES) [BESNN] resvalava 0,43% para os 11,50 euros.

O BPI [BPIN] cedia 2,5% para os 2,34 euros, «condicionado pela arbitragem com a negociação dos direitos que expirarão amanhã». Os direitos [BPIS] da instituição liderada por Artur Santos Silva avançavam 10% para os 0,11 euros.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] escorregava 0,54% a marcar 7,37 euros, líder na liquidez com 1,18 milhões de acções movimentadas. A cotação da operadora liderada por Murteira Nabo chegou a cair para os 7,28 euros, o valor intra-diário mais baixo do ano.

A SonaeCom [SNC] caía 0,42% para os 2,38 euros, enquanto a Vodafone Telecel [TLE], em contra ciclo, via as suas acções subirem 0,58% para os 6,95 euros.

As acções da Impresa [IPR], que a par da Cimpor lideraram os ganhos na semana passada com valorizações superiores a 10%, denotavam um decréscimo de 5,3% para os 2,68 euros, «a sofrerem com a realização de mais-valias».

No segmento mais tradicional da economia, a Cimpor [CIMP], que desde o início do ano acumulou um ganho superior a 14%, voltava hoje a avançar 0,98% para os 23,22 euros, em sucessivos máximos anuais.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP], com menos de um milhão de papéis movimentados, cotava sem alterações de preços nos 2,30 euros, enquanto a Brisa [BRISA] marcava 5,43 euros, a desvalorizar 0,37%.

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