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BCP e Brisa levam bolsa nacional a desvalorizar

A bolsa nacional segue a desvalorizar pressionada pelas quedas do Banco Comercial Português (BCP) e da Brisa. O PSI-20 deslizava 0,11%, numa sessão em que a Europa negoceia mista e a REN e a Reditus registam valorizações acentuadas.

Maria João Soares mjsoares@negocios.pt 12 de Julho de 2007 às 12:17
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A bolsa nacional segue a desvalorizar pressionada pelas quedas do Banco Comercial Português (BCP) e da Brisa. O PSI-20 deslizava 0,11%, numa sessão em que a Europa negoceia mista e a REN e a Reditus registam valorizações acentuadas.

O PSI-20 [psi20] cotava nos 13.441,70 pontos com onze acções em queda, sete a subir e duas inalteradas.

O BCP [bcp] era o título que mais pressionava com uma desvalorização de 0,52% para 3,86 euros. A crise no maior banco privado nacional tem vindo a agudizar-se com as relações entre as duas facções a continuarem a dar que falar. Amanhão a administração do banco reúne para discutir a exoneração de alguns gestores da instituição.

O BES [besnn] também segue a perder, 0,41% para 17,18 euros enquanto o BPI [bpin] sobe 0,75% para 6,70 euros.

A Brisa [brisa] descia 0,88% para 10,13 euros apesar dos analistas considerarem positivo o desenvolvimento do "Transport Infrastructure Investment Company" (TIIC) e a possibilidade deste veículo de investimento ser um parceiro da concessionária.

Nas subidas destaque para os títulos da REN que ultrapassaram hoje, pela primeira, os 4 euros atingindo o máximo de 4,05 euros com uma valorização de 8%.

A Reditus é outro dos títulos em destaque pela positiva a negociar com uma valorização de 7,01% para 5,95 euros. As acções da empresa tecnológica chegaram a valorizar, durante a manhã, mais de 9% para negociarem no valor mais elevado desde Setembro de 2000. A tecnológica continua a beneficiar do recente reforço de posição de vários administradores da empresa e já acumula, desde Abril deste ano, um ganho superior a 65%.

A Martifer [mar] perdia 0,85% para 10,53 euros. O BPI iniciou a cobertura das acções da Martifer, atribuindo à empresa liderada por Carlos Martins um preço-alvo de 10,75 euros e uma recomendação de "manter". A avaliação subiria para 13,30 euros assumindo a geração de energia prevista pela empresa.

A Portugal Telecom travava maiores perdas do índice principal com um ganho de 0,88% para os 10,37 euros bem como a Energias de Portugal [edp] que valorizava 0,24% para os 4,14 euros.

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