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BCP e PT ajudam Euronext Lisbon a acompanhar andamento europeu

A Bolsa negociava em subida, com a Portugal Telecom e o BCP a ajudarem o PSI20 a somar 0,53%. A Sonae SGPS disparava 5,26% e a Telecel voltava a ser a acção mais transaccionada, a dois dias da direcção pronunciar-se sobre a OPA.

Negócios negocios@negocios.pt 17 de Fevereiro de 2003 às 10:39
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A Bolsa negociava em subida, com a Portugal Telecom (PT) e o Banco Comercial Português (BCP) a ajudarem o PSI20 a somar 0,53%. A Sonae SGPS disparava 5,26% e a Telecel voltava a ser a acção mais transaccionada, a dois dias da direcção pronunciar-se sobre a OPA.

O PSI20 [PSI20] cotava em 5.637,02 pontos, com 11 acções a valorizarem, seis em queda e três inalteradas. Face às perspectivas de um adiamento na guerra no Iraque as Bolsas europeias seguiam com subidas superiores a 1%.

A PT [PTC] valorizava 0,77% para 6,57 euros e o BCP [BCP] aumentava 1,04% para 1,95 euros. Os dois papéis representam 37% do PSI20.

O Banco BPI [BPIN], ao invés, caía 0,47% para 2,12 euros. Segundo uma nota diária do ES Research, e tendo em conta a recente notícia que dava conta que o Bano Itaú não estaria disposto a alienar os 15% que detém no Banco, «não faz sentido pensar num cenário de consolidação», dado o limite de 12,5% dos direitos de voto.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] cotava inalterada nos 1,53 euros. A edição de hoje do «Público» avança que os lucros da EDP Distribuição terão totalizado 45,5 milhões de euros em 2002, abaixo dos 180 milhões de euros de 2001.

A SonaeCom [SNC] aumentava 2,26% para 1,81 euros e a Sonae SGPS [SON] liderava as subidas percentuais do índice, progredindo 5,36% para 0,40 euros, depois da queda de 5% sofrida na sexta-feira.

A Vodafone Telecel [TLE] recuperava 0,24% para 8,50 euros, liderando a liquidez com 1,29 milhões de acções movimentadas. A direcção da operadora deverá pronunciar-se até quarta-feira sobre a oferta pública de aquisição (OPA) de que está a ser alvo.

Europa avança com adiamento do espectro de guerra

As praças da Europa negociavam em subida, com o Dow Jones Stoxx 50 a avançar 1,61% a marcar 2.248,53 pontos. NA sexta-feira, Hans Blix, chefe dos inspectores das Nações Unidas (ONU) ao armamento iraquiano, pediu mais tempo de inspecção no Iraque, uma solução defendida pela França, Rússia e China, e que deverá protelar uma eventual guerra no Médio Oriente.

O FTSE 100 [UKX] de Londres valorizava 1,54% para 3.667,70 pontos, e a Astrazeneca avançava 2,8%, depois da segunda maior farmacêutica europeia ter anunciado resultados positivos de um estudo experimental do Exante, uma droga de combate aos enfartes.

O DAX [DAX] alemão aumentava 1,03% nos 2.702,06 pontos. A empresa de «chips» Infineon e a seguradora Allianz lideravam os ganhos com valorizações de 4,7% para 6,07 euros e 3,2% para 73,30 euros, respectivamente.

Em Amesterdão, o AEX somava 1,9% para 289,73 pontos, com os bancos ABN Amro e ING Groep a aumentarem ambos mais de 2%. A empresa de semicondutores ASML crescia 4,73%, depois do anúncio do crescimento de 13,9% das vendas de equipamentos de fabrico de «chips» em Dezembro.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] apreciava 1,48% nos 2.869,73 pontos, com a Alcatel a comandar com uma subida de 4,6% para 7,28 euros, A farmacêutica Sanofi-Synthelabo e a seguradora Axa acumulavam ganhos de 3,8% e 3,8%, enquanto a empresa de «chips» ST Microelectronics aumentava 3,1% para 16,60 euros.

Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] apreciava 1,56% para 6.065,70 pontos, e entre os papéis mais procurados, o Santander Central Hispano (SCH) subia 2,9% para 5,96 euros e o Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) crescia 2,3% até aos 8,09 euros.

Por Pedro Carvalho

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