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BCP e PT arrastam Bolsa nacional; PSI20 cede 0,13%

A Bolsa de Valores de Lisboa e Porto (BVLP) desvalorizava arrastada por Portugal Telecom e Banco Comercial Português. O PSI20 cedia 0,13% e o PSI30 recuava 0,20%.

Duarte Costa 08 de Janeiro de 2002 às 13:24
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A Bolsa de Valores de Lisboa e Porto (BVLP) desvalorizava arrastada por Portugal Telecom e Banco Comercial Português. O PSI20 cedia 0,13% e o PSI30 recuava 0,20%.

O PSI30 marcava 3.771,96 pontos, enquanto o principal índice da BVLP, o PSI20 [PSI20] escorregava para os 7.857,80 pontos, com treze empresas a perderem, cinco a subirem e duas inalteradas.

A Portugal Telecom [PTC] acompanhava as perdas do sector na Europa, recuando 0,76% para os 9,13 euros, enquanto a espanhola Telefónica cedia 0,27% e alemã Deutsche Telekom caía 0,92%.

O Banco Finantia inclui a PT entre as empresas suas preferidas para 2002, indicando uma recomendação de «acumular» e um «preço alvo» de 10,6 euros.

A PT Multimédia [PTM] recuava 1,07% para os 1,85 euros, enquanto a Sonae.com [SNC] cotava inalterada nos 3,31 euros.

O Banco Comercial Português [BCP] desvalorizava 0,45% para os 4,45 euros, depois da imprensa nacional ter noticiado que o banco liderado por Jardim Gonçalves perdeu dois elementos do Conselho de Administração em menos de um mês.

A Electricidade de Portugal [EDP] acompanhava os ganhos das congéneres europeias, depois da alemã RWE ter anunciado que os lucros cresceram mais de 20%, valorizando 0,43% para os 2,35 euros.

A Vodafone Telecel [TLE] valorizava 0,43% para os 9,40 euros, depois do Banco Finantia ter indicado uma recomendação de «compra» para os títulos da operadora móvel, com um «preço alvo» de 13,90 euros.

A Sonae SGPS [SON] crescia 1,14% para os 0,89 euros. Segundo o Banco Finantia, as acções da «holding» liderada por Belmiro de Azevedo deverão ser das mais atractivas no mercado português em 2002, tendo avançado uma recomendação de compra».

Na distribuição, a Modelo Continente [MCON] ganhava 1,12% para os 1,80 euros, enquanto a Jerónimo Martins [JMAR] recuava 0,44% para os 8,95 euros.

Em Paris, o CAC [CAC] quebrava 0,29% para os 4.601,99 pontos, com a Alcatel, que produz telefones móveis, a desvalorizar 3,97% para os 20,07 euros, depois de ontem o índice tecnológico norte-americano Nasdaq ter caído pela primeira vez desde o início do ano.

Na Bolsa de Madrid, o IBEX [IBEX] ganhava 0,08% para os 8.183,50 pontos, com a eléctrica Union Fenosa a subir 2,70% para os 17,50 euros.

O principal índice da Bolsa de Frankfurt, o DAX [DAX] valorizava 0,14% 5.239,77 pontos, impulsionado pela eléctrica E.On, que subia 1,87% para os 57,05 euros.

Em Amesterdão, o AEX crescia 0,23% para os 499,20 pontos. A Philips Electronics, que estima poupar mil milhões de euros até ao segundo semestre do próximo ano, valorizava 0,74% para os 33,85 euros.

Na Bolsa de Londres, o FTSE [UKX] escorregava 0,18% para os 5.284,10 pontos, com o maior operador de telecomunicações móveis, a Vodafone, a perder 0,41% para as 1,81 libras (2,93 euros).

Em Milão, o MIBTEL [MBTEL] avançava 0,58% para os 22.973 pontos, impulsionada pela eléctrica Enel, que avançava 1,84% para os 6,25 euros. A Enel passou a ser a quinta maior eléctrica em Espanha, depois de concretizada a aquisição da espanhola Viesgo à Endesa.

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