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BCP e PT pressionam Euronext Lisbon para desvalorização de 0,36%

A Bolsa negociava em queda, com a Portugal Telecom e o Banco Comercial Português a aliviarem dos ganhos da véspera, pressionando o PSI20 para uma quebra de 0,36%.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 18 de Fevereiro de 2003 às 10:16
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A Bolsa negociava em queda, com a Portugal Telecom (PT) e o Banco Comercial Português (BCP) a aliviarem dos ganhos da véspera, pressionando o PSI20 para uma quebra de 0,36%.

O PSI20 [PSI20] cotava em 5.624,50 pontos, com nove acções em queda, cinco a valorizarem e seis inalteradas.

A PT [PTC] desvalorizava 0,46% para 6,51 euros. A Telesp Celular Participações, maior operadora de telecomunicações brasileira, controlada pela PT e pela Telefónica Móviles, registou prejuízos de 1,14 mil milhões de reais (294 milhões de euros) em 2002, valor que representa um agravamento de 2,4% face ao reportado no ano anterior.

O BCP [BCP] que ontem subiu mais de 2%, corrigia em queda de 1,02% para 1,95 euros. O Banco BPI [BPIN], ao invés, somava 0,94% para 2,15 euros, enquanto o Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] regredia 0,65% para 12,15 euros.

A Espírito Santo Seguros, Tranquilidade e a Tranquilidade Vida, seguradoras do Espírito Santo Financial Group (ESFG), registaram prejuízos conjuntos de 80,2 milhões de euros em 2002. A ESFG controla o BES.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] deslizava 0,64% para 1,55 euros, a Sonae SGPS [SON] cotava inalterada em 0,39 euros, e a Brisa [BRISA] aumentava 0,2% para 5,02 euiros.

Reuters e UBS lideram quedas na Europa

As praças da Europa negociavam em queda, com o Dow Jones Stoxx 50 a decrescer 0,76% a marcar 2.237,20 pontos. Os papéis do banco helvético UBS caíam 3,6%, depois de ter apresentado um agravamento dos prejuízos em 2002.

O FTSE 100 [UKX] de Londres perdia 0,56% para 3.671,80 pontos, pressionado pela queda de 10% das acções da Reuters. A maior agência europeia de informação financeira planeia proceder ao corte de 3 mil funcionários até ao final de 2006, depois de ter apresentado prejuízos anuais pela primeira vez desde 1984.

O DAX [DAX] alemão regredia 1,12% nos 2.678,71 pontos. O Deutsche Bank, um dos maiores bancos europeus e que concorre com o UBS no fornecimento de serviços de banca de investimento, regredia 3,1% para 40,94 euros.

Em Amesterdão, o AEX deslizava 1,06% para 288 pontos, com o ING Groep a regredir 2,08% para 14,15 euros, e o ABN Amro, o maior banco holandês, a retroceder 0,91% para 15,20 euros.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] depreciava 0,47% nos 2.868,70 pontos, e a operadora de telecomunicações France Telecom desvalorizava 2,2% para 23,93 euros.

Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] depreciava 0,25% para 6.067,40 pontos, e entre os papéis mais procurados, a petrolífera Repsol perdia 1% a marcar 13,45 euros, enquanto a Telefónica Móviles, parceira da PT no Brasil, desvalorizava 1,5% para 6,10 euros.

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