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BCP perde 7,5% e volta a empurrar PSI-20 para o vermelho

Após duas sessões a negociar em alta, a bolsa nacional voltou a negociar em terreno negativo pressionada pelas perdas registas pelo BCP, que caiu acima de 7,5% na sessão.

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David Santiago dsantiago@negocios.pt 21 de Junho de 2016 às 16:43
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O PSI-20 encerrou a sessão desta terça-feira, 21 de Junho, a recuar 0,72% para 4.631,56 pontos, com 10 cotadas a negociar em queda, seis em alta e duas inalteradas. A bolsa lisboeta voltou assim às perdas, isto depois de duas sessões seguidas a valorizar.

 

O principal índice nacional seguiu a tendência predominante na generalidade das praças europeias, naquele que foi o terceiro dia consecutivo de ganhos nas bolsas do Velho Continente, propiciado pelo crescente optimismo de que o referendo sobre a eventual saída do Reino Unido na União Europeia (UE) resulte no sim à permanência no projecto europeu.

 

O índice de referência europeu, o Stoxx 600, que agrega as 600 maiores cotadas europeias, negociou no valor mais elevado desde 9 deste mês.

 

Por cá foi o BCP a assumir novamente papel determinante na sessão. Após dois dias a negociar em terreno positivo, tendo mesmo sido, esta segunda-feira, a cotada do Stoxx 600 que mais valorizou, o banco liderado por Nuno Amado perdeu hoje 7,51% para 0,0197 euros.

 

Ainda no sector financeiro, o BPI apreciou 0,36% para 1,119 euros, enquanto o fundo Montepio encerrou inalterado nos 0,513 euros, valor já atingido na última sessão e que representa um mínimo histórico para a cotada. 

Também a penalizar a praça lisboeta estiveram os CTT que deslizaram 1,73% para 7,607 euros e a EDP que perdeu 1,05% para 2,933 euros. Continuando no sector energético, a EDP Renováveis cedeu ligeiros 0,01% para 6,775 euros. Pelo seu lado, a Galp Energia foi uma das duas cotadas que mais contribuíram para impedir uma desvalorização mais acentuada do PSI-20. A petrolífera avançou 0,54% para 12,13 euros. 

Ainda em alta negociou a Jerónimo Martins que apreciou 0,54% para 14,185 euros, enquanto a Sonae caiu 2,56% para 0,80 euros. 

Já os títulos da Pharol acabaram por não negociar depois de a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) ter suspendido a negociações dos títulos da cotada ainda antes da abertura do mercado, esperando que sejam prestadas informações sobre o processo de recuperação judicial ontem à noite anunciado pela brasileira Oi. A operadora brasileira iniciou a negociação bolsista desta terça-feira sob forte pressão, perdendo desde logo 15%.


(Notícia actualizada às 16:50)

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