Bolsa BES e BCP levam bolsa nacional a perder mais de 1%

BES e BCP levam bolsa nacional a perder mais de 1%

O mercado português acentuou a queda do início da sessão e perde já mais de 1%, penalizado pelo BES e BCP. Após a AdC ter aprovado a fusão da Zon e da Optimus, as acções da Sonaecom e da Zon recuam perto de 1%.
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Ana Luísa Marques 27 de agosto de 2013 às 09:07

O principal índice do mercado português (PSI-20) recua 1,40% para os 5.893,36 pontos e lidera as quedas entre os principais mercados europeus. 

 

Entre as 20 cotadas, quatro negoceiam em terreno positivo, 13 em queda e três inalteradas. O mercado nacional está a ser penalizado, essencialmente, pelas perdas do Banco Espírito Santo e do Banco Comercial Português.

 

O BES cai 3,17% para os 85,6 cêntimos, enquanto o BCP recua 2,97% para os 9,8 cêntimos. As acções do Banco BPI perdem 1,82% para os 97,3 cêntimos.

 

O sector das telecomunicações segue a negociar em forte queda, no dia que marca o nascimento da Zon Optimus. A Autoridade da Concorrência (AdC) aprovou esta segunda-feira, 26 de Agosto, a fusão da Zon com a Optimus, com cinco condições, as mesma que estavam previstas no projecto de decisão.

 

As acções da Zon e da Sonaecom reagem em queda a esta notícia já esperada, estando a desvalorizar 0,95% e 0,99%, respectivamente. A Zon negoceia nos 4,19 euros e a Sonaecom nos 1,80 euros. 

 

Já a Portugal Telecom perde 2,24% para negociar nos 2,839 euros. 

 

Em queda seguem também as cotadas do sector energético. A Galp recua 1,05% para os 12,685 euros, a EDP perde 0,59% para os 2,674 euros e a EDP Renováveis recua 0,90% para os 3,76 euros. 

 

Do lado dos ganhos destaque para a Cimpor e para a Mota-Engil. A cimenteira avança 1,29% para os 3,14 euros e é a cotada que mais ganha no PSI-20. 

 

A empresa anunciou esta segunda-feira, após o fecho do mercado, que reduziu os prejuízos de 204,8 milhões de euros, no primeiro semestre de 2012, para 74 milhões nos primeiros seis meses deste ano. 

 

Já a Mota-Engil ganha 0,86% para os 2,696 euros, após assegurar a adjudicação de uma obra no Brasil no valor de 530 milhões de reais (165 milhões de euros). 

 

Adicionalmente, a Mota-Engil Latin America assegurou a adjudicação de diversos projectos no valor total de 300 milhões de dólares (aproximadamente 231 milhões de euros), no México, Peru, Brasil e Colômbia.

 

(Notícia actualizada às 09h13)




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