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Bolsa acentua perdas com 17 cotadas em terreno negativo

A praça de Lisboa já perde mais de 1%, em linha com as principais bolsas europeias, numa altura em que 17 das suas cotadas negoceiam no vermelho.

Raquel Godinho rgodinho@negocios.pt 22 de Fevereiro de 2011 às 09:29
O PSI-20 recua 1,38% para os 7.747,29 pontos, com 17 cotadas em queda, uma em alta em duas inalteradas. Também nos restantes mercados europeus o sentimento é negativo, com os investidores a temerem que a escalada dos preços do petróleo, motivada pelos conflitos no Médio Oriente, ameace a recuperação da economia mundial.

Com a grande maioria das empresas a transaccionar em queda, são aquelas com mais peso no índice as principais responsáveis pela tendência negativa.

A Portugal Telecom (PT) recua 1,88% para os 8,111 euros, um comportamento partilhado pelas restantes empresas do sector das telecomunicações. A Sonaecom desvaloriza 1,32% para os 1,35 euros, enquanto a Zon Multimédia cede 0,85% para os 3,72 euros.

No sector energético, a tendência de perdas é quase generalizada, com a Energias de Portugal (EDP) a perder 1,75% para os 2,751 euros. A EDP Renováveis cede 1,70% para os 4,227 euros, enquanto a Galp Energia desce 0,90% para os 14,795 euros. Apenas a Redes Energéticas Nacionais (REN) segue inalterada nos 2,525 euros.

Já as acções da Jerónimo Martins negoceiam nos 11,21 euros, com uma queda de 2,52%.

Os três maiores bancos cotados nacionais desvalorizam mais de 1%. O Banco Comercial Português (BCP) negoceia nos 0,612 euros, o Banco Espírito Santo (BES) transacciona nos 3,016 euros, enquanto cada acção do BPI vale 1,394 euros. Os juros da dívida pública portuguesa iniciaram a sessão de hoje em queda, mas já voltaram a subir. A “yield” das Obrigações do Tesouro a dez anos situa-se nos 7,463%.

A descer mais de 2% estão a Mota-Engil e a Semapa. A construtora negoceia nos 1,93 euros, enquanto a empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira transacciona nos 8,64 euros.

Em alta segue apenas a Altri, que sobe 0,97% para os 1,67 euros, depois de já ter chegado a recuar 5,80%, no dia em que tem início o "stock split" da empresa. Por cada acção detida, os investidores passam a ter duas representativas do capital da Altri, arrancando a negociação com o novo valor nominal no próximo dia 25.

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