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Bolsa cai pela segunda sessão consecutiva mas acumula ganho de 4% na semana

A Euronext Lisbon terminou a sessão a desvalorizar pela segunda sessão consecutiva, pressionada pelo BES, EDP e PT. Mesmo assim, PSI-20 acaba a semana com um ganho acumulado de 4%.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 17 de Março de 2006 às 17:09
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A Euronext Lisbon terminou a sessão a desvalorizar pela segunda sessão consecutiva, pressionada pelo BES, EDP e PT. Mesmo assim, PSI-20 acaba a semana com um ganho acumulado de 4%.

O principal índice da bolsa nacional caiu 0,15% a cotar nos 10.062,60 pontos com nove acções a subir, seis em queda e cinco inalteradas.

O Banco Espírito Santo [besnn] foi o título que mais pressionou com uma queda de 1,33% para os 14,80 euros enquanto o Banco BPI [bpin] e o Banco Comercial Português [bcp] cotaram nos 5,70 e 2,67 euros, respectivamente.

A instituição liderada por Paulo Teixeira Pinto, que lançou no início desta semana uma Oferta Pública de Aquisição sobre o Banco BPI acumulou, no entanto, uma valorização de 5,1% na semana. A instituição alvo dos intentos do BCP também disparou 18,99%.

A pressionar fecharam ainda a Energias de Portugal [edp] e o Grupo PT. A eléctrica desvalorizou 0,33% para os 3,01 euros enquanto a Portugal Telecom [ptc] e a PT Multimédia [ptm] caíram 0,20% para os 10,06 euros e 0,57% para os 10,42 euros, respectivamente.

A Cimpor [cimp], que ontem apresentou resultados do exercício de 2005 após o fecho da bolsa, travou maiores perdas ao subir 1,30% para os 5,43 euros. Ao longo da manhã, as acções da cimenteira chegaram a tocar nos 5,47 euros por acção, o valor mais elevado desde Abril de 2001, impulsionadas pela apresentação de lucros consolidados na ordem dos 266,2 milhões de euros, um crescimento de 3,9% face ao ano anterior. Os números ficaram acima das estimativas dos analistas, que apontavam para um intervalo entre 236 e 246 milhões de euros.

No segmento de «media», a Media Capital [bcp] renovou o máximo histórico fechando com ganhos de 1,36% para os 8,19 euros enquanto a Cofina [cofi] e a Impresa perderam 2,82% para os 3,79 euros e 0,19% para os 5,14 euros, respectivamente.

A Brisa [brisa] subiu 0,13% para os 7,73 euros um dia depois de ter divulgado que registou, face a 2004, uma quebra de 4,8% no tráfego médio diário na sua rede de auto-estradas em 2005. Nas redes geridas pela Brisa registou-se uma quebra de 1.134 veículos diários, fruto do fraco crescimento económico e ao aumento acentuado do preço dos combustíveis.

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