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Bolsa em mínimo de dois meses com queda generalizada (act)

A bolsa nacional fechou a desvalorizar - cotando em mínimos de dois meses após uma série de cinco sessões em queda – pressionada pela banca e acompanhando o sentimento negativo vivido pelas congéneres europeias devido aos receios de juros elevados. Numa s

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 15 de Maio de 2006 às 17:01
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A bolsa nacional fechou a desvalorizar - cotando em mínimos de dois meses após uma série de cinco sessões em queda – pressionada pela banca e acompanhando o sentimento negativo vivido pelas congéneres europeias devido aos receios de juros elevados. Numa sessão em que 18 acções caíram, o PSI-20 escorregou 0,70% com a EDP a travar perdas maiores.

O principal índice da bolsa nacional cotou nos 9.829,37 pontos, com todas as acções à excepção da maior eléctrica nacional e da Reditus, a desvalorizar. Apesar da queda manteve-se a liquidez elevada com 222,17 milhões de euros negociados.

Na Europa os principais índices perderam mais de 1% receosos com os juros elevados nos EUA e mais aumentos na Zona Euro, acentuando a tendência negativa das últimas sessões.

Em Portugal, o Banco Espírito Santo [besnn] foi o título que mais pressionou com uma queda de 2,19% para os 11,15 euros. Os direitos de subscrição [besd] do aumento de capital do banco liderado por Ricardo Salgado afundaram 15,93 % para os 0,95 euros.

Na restante banca, o Banco BPI [bpin] deslizou 0,34% para os 5,81 euros enquanto o Banco Comercial Português [bcp] caiu 0,84% para os 2,35 euros.

O BPI e o JP Morgan foram os bancos escolhidos pelo Ministério das Finanças para coordenar a privatização da Portucel, segundo confirmou o Jornal de Negócios junto de fonte envolvida no processo.

A empresa de papel valorizou 0,91% para os 2,21 euros. As casas de investimento que seguem os títulos da Portucel consideram que os resultados apresentados pela empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira foram «muito bons» e antevêem uma continuação desta tendência, com os preços mais elevados e o aumento das quantidades vendidas de pasta e de papel a suportarem os resultados.

A Cimpor [cimp] e a Brisa [brisa] também pressionaram com declínios de 2,5% para os 5,45 euros e de 1,29% para os 8,40 euros, respectivamente.

A ParaRede [para] foi do PSI-20 o título a registar a maior desvalorização (3,85% para os 0,25 euros), seguida da Altri e da Cofina [cofi] que perderam 3,11% para os 2,18 euros e 2,29% para os 3,84 euros, respectivamente.

A tecnológica anunciou quinta-feira um aumento de 7% para os 60 mil euros dos lucros do primeiro trimestre e na sexta-feira, anunciou ainda que Paulo Ramos renunciou aos cargos de presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da ParaRede, que passou a ser ocupado por Pedro Rebelo Pinto.

A PT, no último dia em que negoceia com os dividendos de 0,475 euros incorporados recuou 0,20% para os 9,88 euros enquanto a PT Multimédia [ptm] deslizou 0,33% para os nos 9,04 euros.

A Energias de Portugal [edp] subiu 0,33% para os 3,04 euros enquanto a Reditus avançou 0,28% para os 3,63 euros no dia em que apresenta resultados.

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