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Bolsa fecha a valorizar pela primeira vez em cinco sessões

A bolsa nacional fechou a valorizar pela primeira vez em cinco sessões, não conseguindo, no entanto, acompanhar a dimensão de ganhos das congéneres europeias, devido essencialmente à queda superior a 3% da Brisa. A concessionária apresentou ontem resultados considerados fracos pelos analistas o que impediu o PSI-20 de ir além de um ganho de 0,63%.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 30 de Julho de 2008 às 16:49
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A bolsa nacional fechou a valorizar pela primeira vez em cinco sessões, não conseguindo, no entanto, acompanhar a dimensão de ganhos das congéneres europeias, devido essencialmente à queda superior a 3% da Brisa. A concessionária apresentou ontem resultados considerados “fracos” pelos analistas o que impediu o PSI-20 de ir além de um ganho de 0,63%.

O principal índice da bolsa nacional encerrou nos 8.460,89 pontos com 12 acções a subir, sete em queda e uma inalterada. Na Europa, o dia foi de fortes ganhos (subidas superiores a 1%), com os resultados apresentados a animarem a negociação bolsista.

Por cá, o PSI-20 chegou também a ganhar mais de 1%, mas acabou por moderar a valorização, muito devido à Brisa.

A concessionária afundou 3,05% para os 6,68 euros, depois de ter revelado uma quebra superior a 40% nos lucros semestrais, o que levou algumas casas de investimento a anunciar a revisão das estimativas para a concessionária.

A Cimpor e o Banco Comercial Português também travaram maiores ganhos com quedas de 4,43% para os 4,10 euros e de 0,86% para os 1,15 euros, respectivamente.

Na restante banca, o Banco BPI contrariou com um avanço de 3,40% para os 2,435 euros enquanto o Banco Espírito Santo somou 0,75% para os 10,10 euros, depois de ter apresentado lucros que não surpreenderam os analistas. O banco liderado por Ricardo Salgado cumpriu os primeiros seis meses com lucros de 264,1 milhões de euros, uma quebra de 28% face ao período homólogo.

Do lado das quedas de sublinhar ainda a REN que deslizou 3,11% para os 2,80 euros, também influenciada pela apresentação dos resultados. A Sonae escorregou 4,86% para os 0,685 euros.

PT e EDP sobem mais de 1% e Galp mais de 2%

A impulsionar estiveram Portugal Telecom, Energias de Portugal e Galp Energia.

A operadora ganhou 2,57% para os 6,99 euros. Ainda no sector de telecomunicações, a Zon caiu 0,16% apesar de ter anunciado um aumento de 1,2% dos resultados líquidos do trimestre.

No dia em que apresenta resultados, a EDP avançou 1,91% para os 3,475 euros e a EDP Renováveis negociou nos 6,45 euros, a subir 0,78%, após números semestrais que superaram as previsões dos analistas. Já a Galp subiu 2,56% para os 11,21 euros.

Ainda nas subidas, nota para a Jerónimo Martins que avançou 1,59 % para os 5,10 euros, com os analistas e investidores a perspectivarem bons resultados semestrais da distribuidora, que deverão ser influenciados positivamente pelas operações na Polónia.




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