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Bolsa fecha em queda apesar de ganhos superiores a 1,5% do BCP e BPI

A bolsa nacional inverteu a tendência de ganhos nos últimos minutos da sessão pressionada pela Portugal Telecom. A impedir uma maior queda do mercado português esteve o Banco Comercial Português (BCP) e o BPI, que avançaram mais de 1,5%. O PSI-20 caiu 0,05% acompanhando a tendência negativa dos congéneres europeus.

Lara Rosa lararosa@negocios.pt 22 de Dezembro de 2008 às 16:56
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A bolsa nacional inverteu a tendência de ganhos nos últimos minutos da sessão pressionada pela Portugal Telecom. A impedir uma maior queda do mercado português esteve o Banco Comercial Português (BCP) e o BPI, que avançaram mais de 1,5%. O PSI-20 caiu 0,05% acompanhando a tendência negativa dos congéneres europeus.

O principal índice nacional encerrou a sessão a negociar nos 6.208,88 pontos, com nove cotadas em alta e 11 a cair. Na Europa as principais praças seguem em terreno negativo, mas com quedas mais acentuadas que a do PSI-20, com o mercado a temer uma queda dos resultados devido à crise económica.

No mercado português, o BCP foi o título que mais impulsionou ao valorizar 1,84% para os 0,775 euros, a recuperar da queda superior a 4,5% que registou na sessão de sexta-feira.

Na restante banca, o BPI também encerrou em alta tendo mesmo acentuado a tendência positiva. O banco de Fernando Ulrich ganhou 2,95%, enquanto o BES foi um dos título que mais pressionou a sessão ao perder 1,70% para os 6,291 euros.

A impedir maiores ganhos na sessão de hoje esteve o ainda a Portugal Telecom que desvalorizou 1,48% para os 6,00 euros. Esta é a terceira sessão consecutiva de quedas para a operadora de telecomunicações, acumulando já uma desvalorização superior a 4,5%.

No restante sector a tendência foi contrária com a Zon a ganhar 0,82% para os 3,67 euros e a Sonaecom a avançar 1,34% para os 0,984 euros no dia em que o Millennium IB reviu em baixa o preço-alvo para a empresa. O banco de investimento desceu o ‘target’ para a Sonaecom de 2,90 euros, para 2,85 euros, mantendo a recomendação de ‘compra’.

Entre a família Sonae, a Sonae SGPS valorizou 1,36% para os 0,447 euros, a Sonae Indústria desvalorizou 1,41% para os 1,533 euros e a Sonae Capital, fora do principal índice nacional, encerrou inalterada nos 0,48 euros.

Do lado dos ganhos e a impulsionar o PSI-20 esteve ainda a Brisa, que ganhou 0,94% para os 5,39 euros e a Cimpor que avançou 3,26% para os 3,511 euros.

A penalizar a sessão de hoje esteve o sector energética com as cotadas a encerrarem todas em terreno negativo. A REN foi a mais penalizada ao afundar 4,29% para os 2,68 euros, seguida da EDP Renováveis que desvalorizou 2,13% para os 5,105 euros.

Já a Galp Energia e a EDP encerraram pouco alteradas mas em terreno negativo. A petrolífera perdeu 0,04% para os 7,10 euros e a eléctrica recuou 0,08% para os 2,62 euros.

Fora do PSI-20, destaque para a Reditus, que seguia a avançou 2,70% para 7.60 euros, impulsionada pelo aumento de capital realizado pela companhia, para efectuar a compra da Tecnidata, que foi subscrito em 93,3%. Os títulos já valorizaram mais de 8% na sessão de hoje.

A Impresa também esteve em destaque ao ganhar 2,74% para os 0,75 euros, depois dos analistas considerarem “positiva” a aquisição dos direitos de emissão da Taça UEFA por parte da SIC.





















Veja também:

As cotações de todas as acções da Bolsa portuguesa

O resumo do dia do índice PSI-20

As maiores subidas e maiores descidas do PSI-20

Os preços-alvo para as cotadas portuguesas

As estatísticas das acções portuguesas

A análise técnica de todas as cotadas portuguesas

A evolução de todos os fundos comercializados em Portugal



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