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Bolsa nacional acentua perdas com EDP e BCP a pressionar

Depois de um início de sessão em alta e de ter anulado os ganhos durante a manhã, a bolsa nacional desce agora 0,44%, pressionada essencialmente pelo BCP e pela EDP.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 30 de Julho de 2010 às 12:20
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O PSI-20 deprecia para os 7.375,08 pontos, com três cotadas a subir e 17 a descer. Entre as principais praças europeias a tendência também é de perdas, com o índice grego FTSE/ASE 20 a recuar 2,6% e o IBEX a descer 1,2%, enquanto o CAC-20 desvaloriza 0,48%.

A cotada que mais pressiona a bolsa nacionla é a EDP, ao declinar 0,59% para 2,515 euros e acompanha a descida da sua participada EDP Renováveis, que desvaloriza 1,08% para 4,572 euros. A REN, que gere a rede eléctrica nacional, desliza 0,15% para 2,621 euros.

Também o Banco Comercial Português negoceia em baixa, depois de o Crédit Suisse ter reduzido a sua avaliação para os títulos do maior banco português de 0,66 euros para 0,62 euros, mantendo a sua recomendação “underperfom” inalterada. O BPI Equity Research atribui um impacto “negativo” aos resultados do banco, já que deverão reflectir-se na redução das estimativas para a cotada.

Já o BES é o que mais pressiona entre os seus pares, ao descer 0,97% para 3,689 euros, enquanto o BPI cai 1,6% para 1,713 euros. Já o Banif, que beneficia do movimento de consolidação entre o Montepio e o Finibanco e negoceia fora do índice principal, ganha 4,82% para 0,87 euros.

A impedir uma maior queda do índice está a Jerónimo Martins, que ganha 1,12% para 8,393 euros, depois de Luís Palha da Silva, administrador do grupo, ter dito ontem que o grupo reúne condições para crescer na Polónia, quer pelo crescimento orgânico, quer por aquisições, embora “infelizmente” não veja oportunidades para os próximos meses.

A Galp Energia deprecia 0,39% para 12,65 euros, depois de ter apresentado um crescimento, superior ao estimado, dos lucros relativos ao segundo trimestre ano, que se saldaram em 109 milhões de euros. O desempenho operacional melhorou, levando o a margem financeira a crescer e a explicar parte do crescimento dos lucros.

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