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Bolsa nacional cai arrastada por PT e BCP; PSI20 cai 0,74%

A Bolsa nacional seguia a perder arrastada pelas quedas da Portugal Telecom (PT), que seguia a tendência das suas congéneres europeias, e do Banco Comercial Português (BCP). O PSI20 caia 0,74% e o PSI30 recuava 0,8%.

Negócios negocios@negocios.pt 30 de Janeiro de 2002 às 13:11
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A Bolsa nacional seguia a perder arrastada pelas quedas da Portugal Telecom (PT), que seguia a tendência das suas congéneres europeias, e do Banco Comercial Português (BCP). O PSI20 caia 0,74% e o PSI30 recuava 0,8%.

O PSI20 [PSI20] marcava 7.673,88 pontos com 13 títulos a cair, três a subir, e quatro inalteradas. O PSI30 desvalorizava para os 3.653,80 pontos.

A PT [PTC] caía 1,69% para os 8,75 euros «acompanhando a tendência europeia da queda das telecomunicações» disse um operador ao Negocios.pt. A empresa de telecomunicações liderada por Murteira Nabo anunciou ontem que realizou, no início deste ano, uma colocação particular de dívida junto de cinco bancos de investimento internacionais no valor de 250 milhões de euros, para fazer face às necessidades de tesouraria.

A operadora poderá também vir a subscrever acções da Telesp Celular Participações (TCP) que não forem adquiridas pelos outros accionistas da empresa num aumento de capital da operadora móvel brasileira que poderá ascender aos 800 milhões de dólares (925,6 milhões de euros).

O BCP [BCP] caía 0,72% para os 4,14 euros, depois do Santander Central Hispano ter revisto em baixa a recomendação de «manter» para «underperform», ou seja um comportamento abaixo da média do mercado, para o banco liderado por Jardim Gonçalves. O BPI [BPIN] recuava 0,41% para os 2,45 euros, enquanto o Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] cedia 0,14% para os 14,48 euros.

A Vodafone Telecel [TLE] regredia 0,41% para os 9,60 euros, apesar dos lucros dos primeiros nove meses do ano fiscal terem crescido 34% para os 83,9 milhões de euros, ou 0,39 por acção, um valor em linha com o esperado pelos analistas contactados pelo Negocios.pt. A média das estimativas dos sete analistas contactados pelo Negocios.pt apontava para lucros consolidados de 82,02 milhões de euros entre Abril e Dezembro. A sua casa mãe, a britânica Vodafone, recuava 2,59% na Bolsa de Londres.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] seguia inalterada nos 2,35 euros, depois de ter ontem afirmado que quer alienar as posições detidas no capital da marroquina Redal, e nas brasileiras Companhia de Electricidade do estado do Rio de Janeiro (CERJ) e Companhia Energética do Ceará (Coelce). A eléctrica nacional inaugurou ontem uma central de ciclo combinado de turbinas a gás em Macau num investimento de 170 milhões de euros.

A Portucel [PTCL] mantinha-se inalterada nos 1,27 euros, no mesmo dia em que a finlandesa Stora Enso apresentou resultados acima do esperado no último trimestre do ano passado.

A Sonae SGPS [SON] recuava 1,22% para os 0,81 euros, ainda em consequência da revisão em baixa da Morgan Stanley de «outperform» para «neutral» para os títulos da empresa liderada por Belmiro de Azevedo.

A Sonae.Com [SNC] avançava 0,65% para os 3,12 euros, depois de ontem Rui Horta Costa, administrador financeiro da EDP, ter afirmado que existem potenciais compradores interessados em comprar a posição da eléctrica nacional na operadora móvel Optimus, controlada por aquela empresa do Grupo Sonae.

A Efacec [EFA] seguia inalterada nos 2,92 euros, no dia em que anunciou que a Fundação Ernesto Lourenço Estrada, Filhos passou a controlar 2,05% do capital da Efacec, ou 2,09% dos direitos de voto da sociedade, anunciou hoje a empresa de robótica.

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